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Olá pessoal, boa noite. Sou do time de MM, acompanhando a implementação do S/4HANA 1909, e preciso de ajuda com um tópico tributário que extrapola meu escopo, desculpem a minha chegada nesse assunto. Estamos tentando garantir que os dados para o IBS e CBS estejam corretos na transmissão. Trocamos as configurações e alimentamos o sistema, mas não tenho certeza se o mapeamento que fizemos para os campos específicos está sendo aceito corretamente pelos órgãos competentes. GPR01 e GR09 estão sendo gerados, mas o preenchimento dos grupos de informação do IBS, como o UB17 e UB18, gera um certo nervosismo na equipe fiscal. É que estamos vendo que o UB17 deve ser a alíquota vigente e o UB18 o percentual, mas só um detalhe, viu, como validar se o que estamos colocando corresponde ao que o sistema espera? Qual o correto para preencher esses campos na transmissão?


Atualização:

Pessoal, obrigado pelas contribuições. Tentamos simular diferentes cenários de transação e geramos os protocolos GPR01 e GR09, utilizando os identificadores de TAG mencionados. No que tange aos grupos de informação, preenchemos o campo UB17 com a sigla da UF e UB18 com o percentual da alíquota. Só um detalhe, viu, estamos incertos se o preenchimento destes campos está sendo interpretado corretamente pela SEFAZ Autorizadora no nosso teste. Gostaria de saber se há algum passo adicional no fluxo para validar se o órgão de registro considerou a informação como recebida adequadamente.

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Para assegurar a correta recepção dos dados fiscais, como os contidos em UB17 e UB18, ao nosso sistema de teste, o foco deve ser na validação do fluxo completo, e não apenas na geração dos documentos mencionados. É preciso confirmar se o sistema de destino está processando o volume de dados enviado. Sugiro que, após a transmissão dos protocolos GPR01 e GR09, vocês monitorem o retorno da autorização. Este retorno geralmente indica se o ente fiscal recebeu o pacote completo e se ele passou pelas verificações iniciais necessárias para prosseguir com o aceite definitivo. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Olá Sérgio, como analista fiscal com experiência em migração de sistemas, entendo perfeitamente essa sua preocupação com a acurácia dos dados tributários ao migrar para o novo ERP. Complementando o que o Felipe trouxe, é fundamental que a alimentação desses grupos como o IBS esteja alinhada não apenas com a saída gerada, mas também com o que o órgão de registro espera receber. Ao preenchermos, por exemplo, o grupo de informações do IBS, como o UB17, precisamos ter clareza sobre o que representa a sigla da UF, pois isso varia conforme o escopo da operação. Minha ressalva, né, é que a coerência entre o que estamos enviando e o que o sistema entende é o ponto mais sensível nesse processo.

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Acho que simplificar demais o papel do preenchimento desses grupos pode gerar confusão. Vocês mencionaram a alíquota vigente em UB18, mas o preenchimento do grupo IBS, por exemplo, não se restringe apenas àquela informação. O fato é que, né, a alimentação desses detalhes tributários, como o grupo de informações do IBS, precisa ser feita com base em um mapeamento muito específico da operação, indo além da simples geração do documento fiscal. É um detalhamento que precisa ser perfeitamente endereçado.

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Preencher as informações IBS e CBS significa detalhar os parâmetros tributários específicos da operação para cada esfera estadual. No contexto da transmissão, isso exige que os dados como a alíquota vigente do IBS, informada em UB18, reflitam precisamente a tabela de alíquotas aplicável ao negócio. Então, o problema é que a correta alimentação desses grupos, como o IBS, é crucial para validar a operação junto ao fisco. Isso envolve mais do que apenas gerar os documentos, é preciso garantir a coerência entre os dados fiscais e os campos estruturados.

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