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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

O que o time deve preparar no GUEPARDO Tax para a transição de CBS e IBS?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Desculpem se for básico. Sou controller e trabalho há seis anos com fiscal, hoje no RISE with SAP. A diretoria quer saber o que o time precisa preparar no GUEPARDO Tax para a transição de CBS e IBS, bem, em todo caso, antes de qualquer decisão de enquadramento. Quero separar o que é decisão fiscal do que é sistema. O que o GUEPARDO Tax já oferece para a reforma e o que a equipe precisa checar na versão instalada?


Atualização:

Obrigada, ajudou bastante. Vou levar as três prontidões para a diretoria e pedir a checagem das transações na nossa versão. Uma dúvida: o quadro de datas que a NTT divulga serve como prazo para o nosso planejamento, ou é só estimativa?

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Fechando: o que é decisão fiscal fica com a empresa, e o time prepara o que dá para provar no sistema.

  1. Decisão fiscal: enquadramento, alíquota, redução e crédito, com o tributário.
  2. Simulação: as duas ferramentas citadas na conversa são comparativos e não apuração oficial. Numa consulta de leitura em 5 de outubro de 2026, nenhuma dessas transações existia no ambiente produtivo consultado, e em qualidade existiam todas, menos uma. Isso não prova o comportamento, só mostra que depende da versão.
  3. Prontidões: SAP, produto fiscal e dado, cada uma com dono.
  4. Limite: a base que consultamos não afirma apuração oficial de IBS, CBS e IS pelo produto; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

Mais em reforma tributária CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa.

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Discordo de tratar tudo como preparação do produto. E aí, batendo o olho no que costuma aparecer em diagnóstico, boa parte do risco está em desenvolvimento próprio e em dado do lado do SAP: notas da SAP não aplicadas, esquemas de venda próprios sem o novo tributo, chaves contábeis sem conta e regras do emissor de documentos eletrônicos vazias. Sou ABAP: faça o inventário dos programas Z do fiscal antes de olhar o produto. Sobre a pergunta da Ana, o quadro de datas é estimativa, e o manual pede conferir a situação atual antes de planejar uso.

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Outra forma de organizar: pelas três prontidões, que são separáveis. Bem, uma dica de colega: SAP, produto fiscal e dado. SAP é o que depende das notas da SAP aplicadas. Produto fiscal depende das notas técnicas da NTT e da versão do GUEPARDO Tax. Dado é NCM, classificação e regra de crédito, e é onde costuma haver mais trabalho. Passe a lista para cada área e peça um status por prontidão. Assim a diretoria vê onde está o gargalo sem misturar tema fiscal com tema técnico.

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Olha, o x da questão é a diferença entre simular e apurar. Segundo a documentação, os valores simulados são estimativas da ferramenta e não substituem a apuração oficial. O que temos de documentação não afirma que o GUEPARDO Tax apure oficialmente IBS, CBS e IS hoje; débitos e créditos de IBS e IS aparecem como backlog no quadro de andamento da NTT. Então não prometa apuração oficial à diretoria. Prometa simulação e teste, e confirme com a NTT o que está liberado para a sua versão.

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Veja, minha opinião: separe em duas listas. Decisão fiscal fica com o tributário da empresa: enquadramento, alíquota, redução e aproveitamento de crédito. Sistema é o que dá para testar. Segundo a documentação da NTT, compilada num manual, há duas ferramentas que comparam a carga atual com uma carga simulada de IBS, CBS e IS: a Análise de tributos e a Ferramenta de Simulação de Impostos (FSI). Passo para segunda-feira: confirme na versão instalada se essas transações existem, porque a disponibilidade depende da versão.

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