O cenário é este: a controladoria me pediu um cronograma de transição da reforma tributária, de 2026 a 2033, com marcos por ano, donos e testes. Hoje, aqui por perto, é só reunião solta e uma planilha sem responsável. Acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 2021 e sei que o desenho depende de mais gente do que eu.
- Como estruturo o cronograma para ele sobreviver a mudança de regra?
- O que entra em cada ano além de data?
- Quem assina cada marco?
Datas legais eu pego do texto oficial, aqui quero a estrutura.
Atualização:
Obrigada, gente. A ideia de revisão trimestral resolve o meu medo da planilha esquecida. Só falta eu saber como separar, no meio do cronograma, o que é decisão da empresa do que é tarefa técnica. Quem decide o que entra no comitê?
Atualização:
Atualizando: montei as três trilhas com dono e a coluna de confirmação para a versão instalada. Já apareceu um item do produto marcado como não confirmado, e passei para o fornecedor pedir confirmação por escrito. Fica a pergunta final: a conciliação contábil de cada marco é do fiscal ou da contabilidade?