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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Qual cronograma realista de 2026 a 2033 uma empresa com SAP deve montar para a reforma tributária?

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O cenário é este: a controladoria me pediu um cronograma de transição da reforma tributária, de 2026 a 2033, com marcos por ano, donos e testes. Hoje, aqui por perto, é só reunião solta e uma planilha sem responsável. Acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 2021 e sei que o desenho depende de mais gente do que eu.

  1. Como estruturo o cronograma para ele sobreviver a mudança de regra?
  2. O que entra em cada ano além de data?
  3. Quem assina cada marco?

Datas legais eu pego do texto oficial, aqui quero a estrutura.


Atualização:

Obrigada, gente. A ideia de revisão trimestral resolve o meu medo da planilha esquecida. Só falta eu saber como separar, no meio do cronograma, o que é decisão da empresa do que é tarefa técnica. Quem decide o que entra no comitê?


Atualização:

Atualizando: montei as três trilhas com dono e a coluna de confirmação para a versão instalada. Já apareceu um item do produto marcado como não confirmado, e passei para o fornecedor pedir confirmação por escrito. Fica a pergunta final: a conciliação contábil de cada marco é do fiscal ou da contabilidade?

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A resposta curta: monte o cronograma por trilha (SAP, produto fiscal e dado), detalhe os próximos doze meses e deixe o resto em marcos grossos com revisão trimestral. Datas legais vêm do texto vigente; o material que temos não as afirma.

  1. Dono: um por trilha, nomeado.
  2. Fonte e data: cada item do produto com a data da leitura e a confirmação para a versão instalada.
  3. Saída por marco: teste no modo novo e conciliação contábil.
  4. Revisão: trimestral, no comitê.

Na segunda-feira, nomeie os três donos e crie a coluna de confirmação. Para o enquadramento geral, veja reforma tributária CBS e IBS no SAP.

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Em campo, pois é, discordo de montar o cronograma até 2033 de uma vez. Quatro razões:

  1. As datas do produto são estimativas e mudam.
  2. Regra legal de transição precisa de conferência no texto vigente, que o material que temos não traz.
  3. Extensões próprias do fiscal são a parte que mais quebra na atualização.
  4. Um plano de sete anos sem revisão vira planilha esquecida.

Eu detalharia só os próximos doze meses, e deixaria 2028 em diante como marcos grossos, com revisão trimestral marcada no calendário do comitê.

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Veja, o fato é que um cronograma só de entregas esquece o teste. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado, quando tudo passou no teste do modo atual e o problema veio no fechamento. A documentação que li é clara: teste só no modo atual não basta, a virada exige teste no modo novo e conciliação contábil.

Então todo marco de ano precisa de duas linhas de saída: o teste no modo novo e a conciliação com a contabilidade. E um aviso para a diretoria: os valores simulados pelas ferramentas são estimativas e não substituem a apuração oficial.

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Bem, como bem lembrou a Elaine, e para o cronograma não nascer velho: o quadro de andamento do produto que eu uso tem aviso escrito de que as datas são estimativas, não prazo. Marque no seu cronograma, ao lado de cada item do produto, a fonte e a data em que você leu.

Um registro de campo que eu uso, numa linha por item:

item do produto | fonte | lido em | confirmado para a versão instalada: sim ou não

Sem a última coluna, o item ainda é promessa.

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Estruture por trilha, não por ano. Aqui o combinado é, viu, separar três frentes que andam em ritmos diferentes: o SAP com suas notas, o produto fiscal com as notas técnicas da NTT, e o dado (NCM, classificação, regra de crédito). Cada trilha tem dono, e cada marco de ano é uma pergunta: esta trilha está pronta para o que a regra exige neste ano?

As datas de cada ano, eu confiro no texto vigente, e não as repito de memória. O material que temos não traz prazo legal verificado, então qualquer data que eu escrevesse seria palpite.

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