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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Qual o risco para o caixa se a empresa chegar a 2027 sem ter testado o fiscal no SAP com GUEPARDO Tax?

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5 Respostas
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Saudações, pessoal.

Sou ABAP, não do fiscal, e o comitê de finanças me pediu para levantar um ponto que ninguém soube responder:

  1. O SAP está parametrizado para os novos tributos, mas sem evidência de teste.
  2. O primeiro mês de cobrança chegaria sem cenários de teste prontos.
  3. Querem saber o que isso significa para o caixa e o que a auditoria vai pedir.

Bem, pelo que vi, ninguém quantificou o risco. Como vocês explicam isso a quem decide, sem jargão?


Atualização:

Obrigada, ficou claro. Vou levar ao comitê as três prontidões com semáforo e a lista de cinco conferências técnicas. Falta um ponto: qual evidência de teste a auditoria costuma aceitar, e quem assina?

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Chegar a 2027 sem teste significa descobrir os erros no primeiro fechamento real, com imposto a pagar e sem tempo de corrigir. Para levar ao comitê:

  1. Apresente as três prontidões (SAP, produto fiscal, dado), cada uma com dono e situação.
  2. Exija teste no modo novo com conciliação contábil, não só no modo atual.
  3. Trate simulação como estimativa: segundo a documentação da NTT, ela não substitui a apuração oficial.
  4. Guarde como evidência para a auditoria a nota de teste, o XML conferido e o resultado da conciliação, com data e responsável.

O material que temos não afirma que o GUEPARDO Tax apure oficialmente os novos tributos hoje; confirme com a NTT. A data de início da cobrança, confira no texto vigente. Mais em testes fiscais no SAP.

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Sou novo nisso, desculpem. Complementando com o lado técnico: então, por assim dizer, o diagnóstico de ambiente costuma achar notas SAP da reforma não aplicadas, esquemas de venda próprios sem o novo tributo, chaves contábeis sem conta, regras do emissor de documentos eletrônicos vazias e desenvolvimentos próprios alcançados pela reforma. Esses cinco itens dá para conferir em poucos dias no ambiente de qualidade, e viram evidência concreta para o comitê e para a auditoria.

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Direto: discordo de usar o primeiro fechamento como teste. Por via das dúvidas, né, teste só no modo atual não basta: a virada exige teste no modo novo e conciliação contábil, antes de valer dinheiro. E tem um cuidado com simulação: segundo a documentação da NTT, valores simulados são estimativas da ferramenta e não substituem a apuração oficial. Quem leva simulação ao comitê como se fosse apuração cria um risco novo, o de decidir caixa em cima de número que não é oficial.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Outra forma de apresentar ao comitê: em vez de um único risco, mostre três prontidões separadas, cada uma com dono e semáforo: o SAP com as notas da reforma, o produto fiscal com as notas técnicas da NTT, e o dado, que inclui NCM, classificação e regra de crédito. A dica é, pois é, que o comitê enxerga na hora qual prontidão está atrasada e quem responde por ela. Sou consultora SD, não do fiscal, então a parte tributária fica com o time deles.

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  1. O risco para o caixa é descobrir os erros no primeiro fechamento real, quando já existe imposto a recolher e prazo correndo.
  2. O padrão que costuma aparecer: o projeto passa em todos os testes e o primeiro fechamento mostra diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza.
  3. Sem teste prévio, nada disso é medido antes.

Sem querer atrapalhar: a data de início da cobrança deve ser conferida no texto vigente da lei, não em slide. Agora, o combinado é separar o que é risco de dinheiro do que é risco de multa, porque o comitê decide diferente.

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