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Fóruns / SAP DRC e eDocument

SAP DRC Cloud Edition: como é o dia a dia de quem já usa?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pessoal, sou desenvolvedora ABAP e não da área fiscal, então peço desculpa se a pergunta for básica. Estou no meio de uma migração de outro ERP para SAP e apareceu a discussão sobre o DRC Cloud Edition.

Quero entender como fica a rotina de quem já trabalha com ele: o que o time fiscal acompanha, onde costuma estar o ponto de atenção e o que o desenvolvimento não pode esquecer. Sei que, bem, o ganho é grande se a interface sair bem desenhada, mas preciso saber o que está em jogo antes de começar.


Atualização:

Obrigada, gente. Sobre o caso de teste por cenário, faz sentido para o meu lado. Eu consigo mapear a interface a partir dos cenários e não da tela. Quem escreve esses cenários, o fiscal ou o consultor?

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Resumindo a conversa, porque ficou completa:

  1. Ordem: antes da interface, combinar quem do fiscal confere cada retorno e em qual tela.
  2. Exceções: manter uma lista única de divergências, com origem e responsável.
  3. Cenários: casos de teste escritos por cenário, não por tela, ajudam o desenvolvimento a saber o que testar.

A decisão sobre o tratamento de cada caso é do tributário da empresa. O que o projeto pode controlar é o caminho até essa decisão.

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Só complementando o que a Maria falou. O ponto que mais ajuda, veja, veja bem, é ter um caso de teste por cenário, não por tela. Quando o cenário está escrito, dá para dizer se a divergência nasce do dado de origem ou da parametrização.

Isso não resolve a tese fiscal, que continua com o tributário da empresa, mas tira a discussão do achismo.

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Eu iria por outro caminho, sem tanto mapa. No nosso caso, veja, no fim das contas, o que pegou no fechamento foi a conferência do retorno do DRC, não a configuração em si.

  • Separar o que sai do sistema e o que volta.
  • Definir quem do fiscal aprova a divergência antes do fechamento.
  • Registrar as exceções num lugar só, para não virar conversa de corredor.

Essa ordem evitou retrabalho dos dois lados.

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Discordo um pouco da ordem. E, lá onde trabalho, a gente começou pela aprovação das divergências e isso fez o time de desenvolvimento parar, porque não sabia o que testar. Sei que deve ser básico, porém vale ter a lista de exceções pronta antes de qualquer conferência.

Também vi que, sem um caso de teste escrito, cada um entende a divergência de um jeito.

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Na nossa experiência, o que mudou foi a forma de acompanhar, não a rotina do fiscal em si. E, olha, um palpite: antes de discutir a interface, combine com o fiscal quem olha o retorno e em que tela.

Aqui a gente montou uma planilha simples com o que chega, o que sai e quem confere cada ponto. Como acabei de assumir a área, vindo de construção, foi a forma mais rápida de todo mundo entender a mesma coisa.

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