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Fóruns / SAP DRC e eDocument

SAP DRC: como separar inbound e outbound na rotina?

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Vou ser direto. Sou consultor MM e a dúvida é de processo, não de configuração. Talvez seja bobagem, mas quero saber, bem, em outras palavras, a diferença entre DRC inbound e outbound quando a gente fala de rotina. Ou seja, o que é acompanhado de um lado e do outro, e quem olha cada parte.

Estou desenhando o escopo com o cliente e não quero prometer uma coisa que depois o fiscal não consegue acompanhar.


Atualização:

Obrigado, pessoal. Faz sentido separar dono e log. Para o escopo que estou desenhando, vou registrar os dois lados e ver quem assume cada erro. Uma pergunta: o log de mudança cadastral sai do próprio sistema ou exige ferramenta à parte?

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Resumindo a conversa, porque ficou completa:

  1. Papel: quem registra e quem confere, em cada lado, antes de fechar o escopo.
  2. Dono: cada tipo de erro com um responsável definido.
  3. Log: histórico de mudança cadastral junto ao controle de divergência.

Qual tratamento aplicar a cada fluxo é decisão da empresa. O projeto cuida de deixar registrado quem decidiu e o que foi configurado.

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Só completando o lado da Daniela: o que mais se repete, veja, olhando o log, é o documento voltar com status diferente do esperado. No nosso caso, as divergências que eu vi apareceram quando o cadastro mudou no meio do ciclo.

Por isso eu pediria um log de mudança cadastral junto com o controle de divergência.

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Discordo um pouco do controle simples. Na minha experiência, campos de status não bastam quando a divergência aparece depois do fechamento. A gente levou tempo para perceber que o problema não era o documento, era a falta de dono para cada divergência.

Por isso, e aí, uma dica de colega, antes de discutir inbound e outbound, defina quem responde por cada tipo de erro. Sem isso, a rotina vira troca de e-mail.

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Complementando pelo lado de quem decide o tratamento: a regra é, ó, que a tese fica com a empresa e o sistema só reflete o que foi definido. Então, na rotina, eu ponho no escopo quem aprova o que entra e quem aprova o que sai.

Não sou do fiscal, então peço desculpa se estou simplificando demais.

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Eu veria por outro ângulo: a rotina começa pela lista de documentos que o time espera receber, não pela direção do fluxo. E, agora, o ponto é que, quando essa lista não existe, o inbound vira um arquivo que ninguém sabe se está completo.

Aqui a gente fez um controle simples, com campos de status por documento: se chegou e se foi conferido.

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Na prática, o que separa os dois lados para a auditoria é quem registra e quem confere. Resumindo, bem, sem rodeio: no nosso caso, o que entra foi tratado como item que precisa de conferência antes de virar base, e o que sai precisa ser comprovado depois.

Essa divisão ajudou a auditoria a pedir a evidência certa em cada ponto, sem procurar documento no lugar errado.

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