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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como definir o escopo fiscal de uma migração de ECC para S/4HANA?

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Estou numa migração de ECC para S/4HANA e o cliente quer fechar o que entra na parte de tributos. Hoje a lista é tudo que tem imposto, o que não ajuda a planejar.

Por onde vocês começam a delimitar? E o que costuma sobrar de fora e só aparece depois?


Atualização:

Boa, então ficamos com duas lentes: a porta de entrada e a unidade. Para validar, agora, a prova é ver se a matriz cruza as duas. Vou montar assim e volto com o que achar, incluindo as rotinas manuais que a Paula trouxe.

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Fechando: o recorte de uma migração sai de uma tabela que cruza unidade, porta de entrada e modalidade, e não de uma lista de tributos. As perdas típicas são as rotinas feitas à mão no fim do mês e as unidades esquecidas. A ordem de partida é escolha do projeto, e quem decide o peso de cada item é a empresa. Para ver como isso se encaixa numa migração mais limpa, consulte o clean core fiscal no S/4HANA.

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Discordo de partir das portas. Na nossa operação, olhar cada unidade do grupo deu mais controle, porque cada CNPJ tem regra própria e a mudança fecha uma por uma. Eu faria a matriz, puxando o fio: se o recorte ignorar uma unidade, ela escapa sem ninguém notar.

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Eu partiria de onde a nota nasce, e não da relação de impostos. Venda, compra, prestação e transferência têm, cada uma, uma porta de entrada no tributo, e é por ela que o recorte aparece.

  1. Mapeie cada porta de entrada.
  2. Anote a unidade e a modalidade de emissão de cada uma.
  3. Marque o que hoje depende de ajuste manual.

Quando se faz assim, olha, o número é menor do que parece.

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Não sou da área tributária, então me corrijam. Olhando o log, pois é, de uma migração que acompanhei, surgiram rotinas que ninguém lembrava: ajustes de nota feitos por quem já tinha saído. Eu colocaria na mesa uma pergunta: quais rotinas de fim de mês são feitas à mão? Mesmo sem ser imposto, precisam entrar no mapeamento, senão somem da conversa.

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