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Fóruns / Migração para S/4HANA e rollout Brasil

Como montar a governança fiscal de um rollout SAP para novas filiais no Brasil?

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Olá a todos. Sou consultor SD, então peço desculpa se a dúvida for básica para o pessoal do fiscal. O rollout para novas filiais está chegando, e a questão é que, viu, o fiscal costuma entrar só no fim, quando a parametrização já está montada.

Como vocês organizam a governança fiscal desse tipo de rollout? Quem aprova a parametrização de cada filial, onde fica o histórico das decisões e em que momento o time fiscal precisa entrar?


Atualização:

Ótimo panorama. Ficou nítido para mim que dono por decisão e histórico datado pesam mais do que um documento solto. Levo a questão à reunião de lançamento e cobro o nome de quem assina cada unidade. Ainda não sei registrar isso sem atrasar a primeira unidade, então começo pela piloto.

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Em resumo, o que sobra desta conversa:

  1. Quem decide: o time fiscal, antes de qualquer parametrização.
  2. Memória: log datado de cada ajuste, lido com frequência e não apenas no go-live.

Desenho e papéis variam de empresa para empresa, então alinhe com a área de projeto antes de fechar.

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Complementando pelo lado do controller: aqui a governança só começou a funcionar quando passamos a conferir o log de parametrização por filial todo mês, e não só no go-live. Assim o desvio aparece cedo.

Fica, então, um lembrete: governança sem histórico datado não se sustenta numa revisão, porque ninguém lembra por que a filial X ficou diferente da filial Y.

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Oi, pessoal. Eu, bem, pra constar, vi outro caminho numa distribuidora: em vez de um registro por filial, um repositório único de parâmetros, com cada linha ligada a uma filial e a um responsável. Quem está de fora olha só para a tela de cadastro, e o histórico fica no próprio repositório.

Não sei dizer se escala melhor com muitas filiais, porque lá eram poucas. A vantagem, para quem desenvolve, é comparar uma filial com outra sem abrir uma por uma.

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Discordo de tratar a governança só como registro. Sem um dono de transporte e um dono de teste para cada filial, o registro vira papel que ninguém atualiza na semana do go-live.

O documento diz o que deve ser, e o processo diz quem muda o quê e quando. Sem as duas coisas, veja, resumindo, a governança fica no slide.

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Prezados, bom dia. O que mais funciona aqui é o fiscal ser dono da matriz de decisão por filial, e não o projeto de SAP. Cada filial tem um registro com regime, UF e tipos de operação, assinado por quem responde pelo imposto.

Na prática, a regra é, né, que o consultor configura o que o fiscal decidiu, e não o contrário.

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