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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como o GUEPARDO Tax se relaciona com as transações de apuração padrão do J1BTAX?

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Perdoem a ignorância: venho de um projeto em que a apuração era feita só pelo menu padrão do SAP. Pelo que li, o GUEPARDO Tax complementa as apurações do menu padrão.

E aí, olha só, a dúvida: o que muda no dia a dia de quem usava só o padrão? Já vi a transação J1BTAX citada como se fosse a apuração padrão, mas não tenho certeza de que é isso. Quais telas eu passo a abrir, e o que continua igual? Já tentei achar um comparativo e não achei.


Atualização:

Obrigada, ficou bem mais claro. Anoto: o produto vive dentro do SAP, J1BTAX eu confirmo no ambiente, e a decisão de qual apuração é a oficial passa a ser nossa.

Pergunta de seguimento: para quem programa, o que muda? Se a regra de um campo não vem pronta, quem desenvolve a lógica?

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Para quem vinha só do padrão: a documentação da NTT descreve o produto como camada que roda dentro do SAP ao lado do menu de apuração. Não há, no material que temos, um quadro tela a tela. Peça-o à NTT ou teste no ambiente de qualidade. A J1BTAX não aparece ligada ao produto; veja no seu sistema para que ela serve.

  1. Liste as telas do padrão que a equipe usa hoje para apurar.
  2. Teste, no ambiente de qualidade, o que o produto oferece para cada uma.
  3. Registre quem decide qual apuração é a oficial.
  4. Inventarie os pontos em que a regra exige desenvolvimento.

Mais sobre o cálculo no padrão em cálculo de impostos na localização Brasil do SAP.

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Foi mal a pergunta, mas respondo pelo lado de quem desenvolve. O risco é, é achar que tudo vem determinado. Um caso citado na documentação: a natureza da receita não é determinada por NCM e exige desenvolvimento via BAdI, com o método NAT_RET_DETERMINE na BAdI /FHG/BADI_PIS.

Ou seja, há pontos em que a equipe escreve a regra. Peça à NTT a lista desses pontos e inclua cada um no inventário de extensões com dono.

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O que temos aqui: discordo de tratar a J1BTAX como apuração. Na minha lembrança, J1BTAX é a manutenção de código de imposto, ou seja, cadastro. Confira no seu ambiente antes de escrever isso em qualquer nota.

E o material que temos não liga o produto à J1BTAX: só diz que ele complementa as apurações do menu padrão. Então, conforme o combinado, não escreva que ele substitui ou depende dessa transação.

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Resumo da dúvida com um exemplo do que muda. Na apuração de PIS e COFINS, a documentação da NTT diz que é permitido ter várias apurações para o mesmo período e empresa, e só uma é a oficial. Então, a título de exemplo, quem usava só o padrão passa a decidir e registrar qual apuração é a oficial.

Antes, a pergunta nem existia. É um hábito novo para a equipe, não só uma tela nova.

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Oi, pessoal, tudo bem? Outra forma de olhar: em vez de comparar tela com tela, compare de onde o dado vem. Segundo a página do produto, citando material da NTT, ele lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP, sem exportação manual.

Vale registrar, tá, que é declaração da NTT, não conferida por nós. Se for isso mesmo, o dia a dia muda menos no lugar onde o dado nasce e mais no lugar onde você o confere e fecha a apuração.

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Primeiro o cenário: segundo a documentação da NTT, o produto se instala como add-on dentro do SAP, complementando as apurações pelo menu padrão, e oferece consultas e relatórios de conciliação nos formatos do SPED. Você continua dentro do SAP, só que com telas novas.

Agora, aqui por perto, ninguém achou uma tabela dizendo qual tela do produto substitui qual do padrão. O material que temos não afirma isso. Confirme com a NTT ou teste no ambiente de qualidade, tela a tela.

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