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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como planejar um ou dois meses de paralelo entre a apuração antiga e o GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pessoal, bom dia. Acabei de assumir a área fiscal, vindo de telecom, e a empresa está migrando de outro ERP para SAP com GUEPARDO Tax. O plano é rodar a apuração antiga e a nova em paralelo por um ou dois meses antes de desligar a antiga, mas ninguém definiu o que comparar. Se eu pedir que tudo bata, nunca fecha. Quais critérios vocês usam para dizer que o paralelo passou? Compara-se o valor final da apuração, nota a nota, ou os dois? E quanto tempo de paralelo basta para um gerente aprovar o desligamento?


Atualização:

Valeu, pessoal. Vou montar as três camadas do Kleber e pedir o histórico do exercício já entregue como base, como a Luciana falou. E aí, no go-live, quero um critério escrito: diferença sem causa explicada trava o desligamento. Seguimento: o aceite do paralelo fica comigo, como gerente, ou com o tributário? E um mês basta, ou espero um fechamento trimestral antes de desligar a apuração antiga?

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Resumindo a conversa:

  1. Três camadas: documento, apuração e guia, com toda diferença classificada pela causa.
  2. Base de comparação: o mês corrente e também um exercício já entregue.
  3. Recurso do produto: no PIS e COFINS, a documentação da NTT admite várias apurações no mesmo período, com uma só oficial.
  4. Aceite: quem valida é o cliente, com nome e data, e o primeiro fechamento em produção continua sendo acompanhado.

Sobre o tempo: o material que temos não traz prazo mínimo de paralelo. Defina por critério, diferença sem causa explicada igual a zero, e não por calendário. O aceite é decisão do cliente, entre gerente fiscal e tributário. Detalhes de apuração em apuração de impostos no SAP.

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Complemento sobre quem assina o paralelo, porque costuma travar:

  1. O teste técnico fica com a consultoria; o integrado, com o cliente e apoio.
  2. Depois vêm regressão, teste contábil e homologação do cliente, que inclui a interpretação tributária.
  3. O último é o primeiro fechamento em produção.

Só um detalhe, viu: quem valida é o cliente. O teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa, então o aceite do paralelo precisa de nome e data do responsável fiscal.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Sou coordenador tributário e não sou do dia a dia do fiscal, então peço desculpa se for básico, mas discordo em um ponto. Uma ressalva, ó: paralelo só contra o mês corrente mede os dois lados mudando ao mesmo tempo. O desenho que aparece em propostas de IRPJ, CSLL e ECF é paralelo contra o exercício já entregue, com acompanhamento da primeira apuração real. E o projeto pode passar em todos os testes e o primeiro fechamento mostrar diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza. O paralelo não substitui acompanhar o primeiro fechamento em produção.

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Compare em três camadas, documento, apuração e guia, e aprove o paralelo só quando toda diferença tiver causa explicada. Se a dúvida for repetida, desculpem, mas segue o que uso:

  1. Documento: as mesmas notas nos dois lados, com a lista do que existe só em um deles.
  2. Apuração: valor por tributo e por período nos dois processos.
  3. Guia e contabilidade: valor guiado e lançamento contábil de cada lado.
  4. Diferença: classificar pela causa, como lançamento manual direto na conta de imposto, fato gerador contábil diferente do fiscal ou ajuste fora do conjunto comparado.

Pelo que testei, né, o ganho está em classificar a diferença, não em zerá-la.

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E aí, pessoal. Aqui a gente resolveu de outro jeito. Acabei de assumir a área vindo de indústria química e, com a mão na massa, pois é, o que ajudou foi usar várias apurações. Segundo a documentação da NTT para PIS e COFINS, é permitido ter várias apurações para o mesmo período e empresa; só uma é a oficial. Assim a apuração de teste fica ao lado, sem virar a oficial, e a comparação com o processo antigo sai do próprio sistema. Isso vale para esse módulo; nos outros, confira na documentação da sua versão.

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