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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Guepardo Tax: o que considerar antes de implantar na empresa?

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Vamos ao que interessa: estou acompanhando a discussão sobre o Guepardo Tax para a minha área, e não sou do fiscal, então peço paciência. Quero saber o que deveria ser avaliado antes de implantar: o tamanho da operação, a equipe que vai manter as regras e o tipo de integração com o SAP que já existe. Conversas de corredor falam muito do produto e pouco disso. Por onde vocês começam?


Atualização:

Então, conforme o combinado, o que eu levo para a reunião é uma lista de três perguntas: origem do dado, dono da regra e quem aprova a mudança. A Helena fala da origem, a Adriana da aprovação. Quem define a ordem, a área fiscal ou a equipe de sistema? E se a equipe de sistema não tiver tempo, quem assume?

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Em síntese para quem avalia pela primeira vez: antes de olhar o produto, meça o tamanho da operação, quem mantém as regras e de onde vem o dado de origem. Só depois compare caminhos de implantação, e peça demonstração feita no seu cenário.

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Discordo um pouco do foco no dado. E, então, olhando o log do fechamento, o que travou foi a pessoa, não a origem. A empresa tinha a ferramenta, mas ninguém tinha autorização para mudar a regra no fechamento. Eu colocaria primeiro quem aprova e só depois a tecnologia.

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Começo pelo que dói no fechamento: a regra tributária que ninguém sabe de quem é. Antes de olhar produto, eu olharia três coisas: quantas regras mudam por ano na sua operação, quem consegue mexer nelas sem depender de terceiro e quanto da apuração já está no SAP.

Uma coisa que me incomoda é ver a implantação escolhida pelo produto e não pela operação. E, e aí, o custo é a equipe ter que aprender uma ferramenta nova em cima de um processo que ainda não está organizado.

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