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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Quem fica responsável pela tese tributária durante a implantação do GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Boa noite, colegas. No projeto de implantação do GUEPARDO Tax, a consultoria propõe configurações e o time jurídico espera que alguém defina a interpretação da lei. Coordeno a área tributária e o bom é que as duas partes estão de boa-fé, mas ninguém assumiu a decisão. Como deixar claro, por escrito, que a decisão da tese é da empresa? Quem na empresa deve assinar, e como organizar a pauta de decisões ao longo do projeto?


Atualização:

Ótimo, gente. Fico com a combinação: dono nomeado, assinatura na homologação e, se o projeto for grande, comitê com ata. Pergunta de seguimento: quando a consultoria sugere uma leitura da lei, vocês pedem a base legal por escrito junto com a sugestão, ou só quando o tributário questiona?

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Quem responde pela tese é a empresa, por meio de alguém nomeado. Resumo do que ficou combinado:

  1. Uma pessoa com nome decide enquadramento, alíquota, redução e crédito, o que o material que temos atribui ao cliente.
  2. Parceiro propõe e configura; sem resposta escrita da empresa, nada é configurado.
  3. A homologação também leva a assinatura dessa pessoa, já que a validação final é do cliente.
  4. Projeto grande pode ter comitê com ata, e o desempate entre tributário e jurídico é regra interna.

Governança continua sendo da empresa; o produto não a substitui nem define estratégia. Confirme com o tributário da empresa. Veja programa de governança fiscal no SAP.

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Explicando o cenário: sou controller, não do fiscal, e discordo de pôr o peso todo no tributário. Veja, em todo caso, o produto não define estratégia tributária, não corrige dado mestre ruim e não substitui governança, segundo o material que temos. Então a governança do projeto, com prazo de decisão e escalonamento quando tributário e jurídico divergem, tem de ser desenhada pela empresa, e um dono nomeado não resolve sozinho. Qual o caminho quando as duas áreas discordam, o material que temos não afirma: é regra interna da empresa.

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Pergunta objetiva e complemento: falta dizer quem valida e, olha só, viu, o material de projeto que temos registra que quem valida é o cliente, e que o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. Então o dono tributário da Débora também assina a homologação, inclusive a parte de interpretação. Sem isso, a frustração é sempre a mesma: a consultoria entrega, ninguém assina, e o erro aparece no primeiro fechamento. Trabalho há 12 anos com fiscal.

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O cenário é este: aqui a gente organizou por comitê em vez de por pessoa. Ou seja, um comitê curto de decisão, com tributário, jurídico e contábil, que se reúne por lote de cenários e registra cada decisão em ata. Acompanho o GUEPARDO Tax desde a implantação e o que ajudou foi a pauta fixa: cada reunião decide uma lista fechada de cenários, e a consultoria só configura o que saiu em ata. Pode ser pesado para empresa pequena; nesse caso, uma pessoa nomeada resolve. Quem entra no comitê é escolha da empresa.

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Vamos ao que interessa: a decisão da tese é da empresa, e a resposta é um responsável nomeado do lado do cliente. E, batendo o olho, viu, o desenho mínimo cabe em três linhas:

  1. Um dono tributário na empresa, com nome, para toda decisão de enquadramento, alíquota, redução e crédito.
  2. A consultoria propõe, a empresa responde por escrito.
  3. Nada configura sem resposta registrada.

O material que temos registra que essas decisões são do cliente.

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