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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como estimar o impacto de um crédito fiscal não aproveitado por erro de apuração no GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Saudações, pessoal. Trabalho há 20 anos com fiscal e hoje estou no RISE with SAP, com apuração no GUEPARDO Tax. Descobrimos que, em alguns meses do ano, deixamos de aproveitar créditos de PIS e COFINS por erro de apuração. A diretoria pediu um número, e eu não quero chutar.

Colocando no papel, é isto: preciso dimensionar o tamanho do problema, separar o que foi erro de parametrização do que foi lançamento que nunca existiu e dizer ao gestor o que depende de decisão do tributário. Como vocês estruturam essa estimativa sem cair em número sem base?


Atualização:

Obrigada, Débora e Raquel. A separação por causa mudou o jogo: do que achávamos perdido, uma parte nunca tinha sido lançada. Ficou uma dúvida prática: para o que for aproveitado depois, onde isso entra no GUEPARDO Tax? Preciso explicar ao gestor o que o sistema aceita.

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Para o número da diretoria:

  1. Competência: um relatório por mês afetado, nunca um total anual.
  2. Causa: erro de parametrização de um lado, crédito que nunca nasceu na nota do outro.
  3. Registro: o que for admitido como extemporâneo entra à mão na transação /FHG/APC05.

Escreva a faixa de incerteza no parecer, porque o material consultado não afirma que o aproveitamento é admitido. Veja também recuperação de créditos fiscais no SAP. Se vale no seu caso é decisão do contribuinte: confirme com o tributário da empresa.

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Desculpa incomodar com isto, mas e aí, na minha área, a resposta para a Patrícia foi esta: segundo a documentação da NTT, o produto controla os créditos apurados e seu uso, e os créditos extemporâneos anteriores ao controle do GUEPARDO são lançados manualmente na transação /FHG/APC05.

Acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 2023. O material que temos não afirma se o aproveitamento de crédito de períodos passados é admitido no seu caso, nem em que prazo. Isso é decisão do contribuinte, e o sistema só registra o que a empresa decidir.

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Foi mal a pergunta, mas o caminho é dimensionar por competência, nunca por total do ano. Segundo o que li na documentação da NTT sobre o módulo de PIS e COFINS, existe relatório de débitos, créditos e retenções, em Excel e em background, que serve de ponto de partida.

  1. Gere o relatório de cada mês afetado.
  2. Marque o crédito que o sistema apurou e o que deveria ter sido apurado, mês a mês.
  3. Separe a causa de cada diferença: parametrização, documento sem o dado necessário ou lançamento manual esquecido.

Acompanho o assunto desde a implantação do ECC 6.0 e esse recorte por competência evita muita discussão.

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Vou direto à dúvida de quem tem pressa de fechamento: discordo de tratar tudo como erro de apuração. Agora, o risco é outro: parte do que parece crédito perdido nunca nasceu na nota. Segundo o material de projeto que consultei, o crédito de PIS e COFINS que não nasce na nota depende de levantamento e lançamento manuais, e o crédito extemporâneo costuma cair no período errado.

Se você mistura os dois, o número da diretoria infla. Separe o que o sistema deveria ter calculado do que sempre dependeu de lançamento manual.

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