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Fóruns / Regimes específicos e diferenciados

Como a diretoria deve medir o impacto de regimes diferenciados sobre a carga da empresa?

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Um pouco de história: nossa diretoria tem dúvida sobre qual regime diferenciado se aplica a cada linha de produto e quanto isso pesa na carga da empresa. Já acompanhamos o assunto há tempo, com um parceiro de tecnologia, e hoje o debate está sem premissa escrita.

Como a diretoria deve medir esse impacto? Queremos simulação com cenários e premissas claras, para decidir com número e não com opinião.


Atualização:

veja, por assim dizer, entendi: premissa escrita e sensibilidade, uma de cada vez. Na minha linha de produtos, o que mais pesa é o cadastro de NCM, que não está revisado. Pergunta de seguimento: devo revisar o cadastro antes de simular, ou simulo agora com o cadastro que tenho e mostro a incerteza?

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Resumo para a diretoria: escreva as premissas por linha de produto, com dono; simule por sensibilidade, uma premissa por vez; registre qual caminho de simulação usou; e mostre o resultado como faixa, nunca como número único. A simulação é estimativa e não substitui a apuração oficial. O enquadramento em regime diferenciado é decisão do contribuinte: confirme com o tributário da empresa antes de levar o número ao conselho. Para a base legal e a visão do tema, veja reforma tributária, CBS e IBS.

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e aí, o detalhe é que: simule agora e mostre a incerteza. Um cadastro de NCM não revisado vira uma faixa no resultado, não um motivo para esperar. O material que temos diz que a simulação pode usar as regras internas do produto, com cadastros e parametrização, ou o webservice de simulação da Receita. Registre qual caminho você usou, porque os resultados podem divergir. Com a faixa em mãos, a diretoria decide onde investir em revisão primeiro.

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Comece pelas premissas, não pelo número. Para cada linha de produto, escreva o regime que você supõe, a base da suposição e quem na empresa decide. Depois rode a simulação em pelo menos dois cenários: o que você supõe e o contrário. a regra é, pois é. Segundo a documentação da NTT, valores simulados são estimativas da ferramenta e não substituem a apuração oficial. A decisão de enquadramento e de aproveitamento de crédito é do cliente, nunca da ferramenta.

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Discordo só de um ponto: dois cenários podem ser pouco. o desenho é, o desenho é por sensibilidade: varie uma premissa por vez e mostre quanto da carga mexe. Assim a diretoria vê qual premissa pesa e onde vale buscar parecer. O material que temos cita relatório de impactos por produto, NCM, tipo de serviço e região, liberado para ramp up e sem data de conclusão. Isso não afirma que esteja disponível na sua versão: confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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