A pergunta é simples: como o fiscal de uma instituição financeira prepara o SAP para regimes específicos? Sou contador, acompanho o assunto desde a implantação do S/4HANA 1909 e fui escalado para uma empresa financeira com regras próprias. O gestor pediu para separar o que depende de definição, que ainda não temos, do que já dá para testar. No fim das contas, viu, não quero parametrizar o que pode mudar. Como organizar isso?
Atualização:
Obrigado a todos. Vou montar as duas listas e mandar à NTT a pergunta sobre cobertura. Pergunta de seguimento: o roteiro da Lívia pede um mês fechado inteiro; se o ambiente de qualidade não tiver o volume, uma amostra de documentos por tipo vale ou distorce a conciliação?