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Fóruns / Regimes específicos e diferenciados

Como o regime específico de combustíveis impacta a apuração de uma distribuidora?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Me desculpem a pergunta. Sou consultora de MM e fui puxada para o fiscal de uma distribuidora de combustíveis, em S/4HANA 2023. A operação mistura venda com substituição e produto de tributação concentrada em uma etapa, e o gestor quer saber como o sistema vai tratar isso na transição da reforma.

Agora, a conta é: antes de qualquer configuração, que levantamento eu faço para chegar na reunião com algo concreto e não com opinião?


Atualização:

Obrigada. Fechei assim: inventário de uma nota de cada tipo, lista de exceções com dono, e três contagens de dado (classificação, regra de crédito, origem). Depois teste, com a ferramenta de simulação se existir ou em planilha. Falta uma pergunta para a reunião: o que eu devo dizer que ainda não sei, para não parecer despreparada?

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O tratamento do regime de combustíveis no produto é ponto que o material que temos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. O que você consegue entregar ao gestor antes disso:

  1. Inventário de uma nota real de cada tipo de operação, com esquema, chave contábil e situação.
  2. Lista de exceções manuais, cada uma com dono e evidência.
  3. Contagem de dado: classificação, regra de crédito e origem definidas.
  4. Teste com simulação, se disponível, ou comparação em planilha.

À pergunta da reunião: diga o que está medido, o que é decisão do tributário e o que depende de confirmação da NTT. Mais em como preparar o SAP para a reforma. Tese é do contribuinte: confirme com o tributário da empresa.

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Veja, em geral eu discordo de começar só pelas exceções. Elas mostram o que quebra, mas não o que é normal e já funciona, e você acaba mexendo no que não precisava.

O material de projeto separa três prontidões: SAP, produto fiscal e dado. Combustível costuma pesar no dado: classificação do produto, regra de crédito e origem. Então eu mediria primeiro quantos produtos têm classificação e regra de crédito definidas e documentadas. As exceções de que o colega fala entram como segunda passada.

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Tirando a prova, tá: junte as duas visões num teste. Pegue as notas do inventário e as exceções e rode a simulação da reforma, se ela existir no seu ambiente. O material da NTT descreve ferramentas que comparam a carga atual com uma carga simulada, e lembra que valor simulado é estimativa e não substitui a apuração oficial.

Se a ferramenta não estiver instalada, o teste vira planilha comparando valores atuais com o que o tributário espera. Em ambos os casos, guarde data, nota e resultado.

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Um alerta, pois é: eu inverteria. Em distribuidora de combustível o risco é a variação. Comece pela lista de exceções, as notas que hoje exigem ajuste manual, ajuste na apuração ou conciliação por fora do sistema, porque é ali que a regra nova vai doer.

Para cada exceção, registre: quem faz o ajuste, em que tela ou planilha, com qual frequência e qual evidência fica guardada. Auditoria vai perguntar isso. Quem faz ajuste manual hoje sem dono definido é o primeiro candidato a regra sem lastro.

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Faça o inventário de como cada operação é calculada hoje, antes de pensar no regime novo. E aí, minha dica: pegue uma nota real de cada tipo (venda com substituição, venda sem, transferência entre filiais) e anote o esquema de cálculo, a chave contábil e o código de situação usados.

Esse inventário mostra onde o cálculo atual é regra padrão e onde é desenvolvimento próprio. O que o regime específico muda por operação é tese do tributário; o material que temos não afirma o tratamento no produto, então registre como pergunta aberta para a NTT.

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