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Fóruns / Regimes específicos e diferenciados

Como o SAP fiscal deve tratar operações de combustíveis diante da reforma tributária?

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Desculpa incomodar com isto. Sou consultor de FI e fui chamado para apoiar uma empresa do setor de combustíveis, que tem tributação monofásica e regras próprias. A empresa pergunta como o SAP fiscal deve tratar essas operações diante da reforma tributária. Eu sei montar o ciclo normal, mas não sei que dados e testes preciso montar para esse setor. Olha, minha opinião é que o cadastro de produto é o ponto crítico, mas quero ouvir quem já passou por isso.


Atualização:

Obrigado. A lista das três prontidões já ajuda. Montei uma planilha com os produtos da empresa e o NCM de cada um, e vou fechar o resultado esperado com o tributário. Uma dúvida: a simulação roda sobre nota já lançada, então preciso de notas reais do setor no ambiente de teste, ou dá para criar notas de teste?

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Resumo, para começar pelo que dá para provar:

  1. Prontidões: SAP, produto fiscal e dado, cada uma com data e responsável.
  2. Dado: NCM e classificação dos produtos do setor validados pelo tributário.
  3. Testes: no modo atual e no modo novo, com conciliação contábil e evidência.
  4. Simulação: serve como estimativa, não como apuração oficial.

A documentação disponível não afirma que o produto trate o regime monofásico nem que apure IBS, CBS e IS oficialmente; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja capacitação em GUEPARDO Tax e reforma tributária. O tratamento do setor é tese do contribuinte: confirme com o tributário da empresa.

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A pergunta é simples: o que levar na segunda-feira? E aí, seja como for, leve três coisas:

  1. Lista de NCMs do setor, com o responsável por validar cada classificação.
  2. Quadro das três prontidões, com data.
  3. Um caso de teste por operação especial, com resultado esperado fechado pelo tributário.

Sem esses três, qualquer conversa sobre ferramenta é prematura.

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Olá a todos. Discordo de apostar tudo na simulação. Bem, o número é o que menos importa aqui: a simulação não prova que o produto apure oficialmente IBS, CBS e IS, e a documentação do produto que temos não afirma isso. O quadro de andamento que temos é retrato de um momento. Confirme a situação atual e a disponibilidade na versão instalada, com a NTT, antes de prometer qualquer coisa à empresa.

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Saudações, pessoal. Outra forma de olhar, do lado do desenvolvimento. Então, meu ponto: a simulação ajuda antes da apuração. Segundo o manual sobre a documentação da NTT, há duas ferramentas que comparam a carga atual com uma carga simulada de IBS, CBS e IS: a Análise de tributos e a FSI.

  1. Rode a simulação sobre notas já lançadas do setor.
  2. Veja onde faltam alíquotas e redução de base, cadastradas por NBS e por NCM.
  3. Trate o resultado como estimativa: valores simulados não substituem a apuração oficial.
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Perdão pela dúvida simples, mas sigo com o ponto de auditoria. E aí, diga-se de passagem, teste só no modo atual não basta: a virada exige teste no modo novo e conciliação contábil. Para o setor, peça ao tributário a lista de operações e produtos tratados de forma diferente, monte um caso de teste para cada um e guarde a evidência com data. Auditor vai pedir exatamente isso: caso, resultado esperado, resultado obtido.

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Na minha área, o primeiro passo é tirar a pergunta do abstrato: o que o seu SAP e o seu produto fiscal aguentam hoje. Separe três prontidões: SAP (notas da SAP), produto fiscal (notas técnicas da NTT) e dado (NCM, classificação, regra de crédito). Para cada uma, anote numa linha o que está pronto e o que não está, com data. Só depois entra o setor. A regra do setor de combustíveis e o regime monofásico eu deixo para o tributário; a documentação disponível não afirma nada sobre isso.

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