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Fóruns / Regimes específicos e diferenciados

Como um setor de regime diferenciado deve documentar a tese adotada no GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Estamos implantando em um setor de regime diferenciado, e o cliente já definiu a tese que vai adotar. Meu papel, como consultor MM em S/4HANA 2021, é garantir que a tese escolhida e a configuração correspondente fiquem registradas de um jeito que a auditoria entenda. Então, como sempre, minha dúvida é de método: onde e como documentar a tese adotada no GUEPARDO Tax, para que a configuração não vire um número sem história?


Atualização:

Ótimo, vou usar essa lista como modelo do dossiê. Uma dúvida de seguimento: o produto traz algo para controlar regimes especiais ou benefícios, ou eu preciso de uma planilha paralela? Não quero criar um Excel que ninguém atualiza.

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Fechando: para um setor de regime diferenciado, o registro tem dois lados ligados por um vínculo.

  1. Tese: texto do cliente, quem decidiu, quando e base. Decisão de enquadramento, alíquota, redução e aproveitamento de crédito é do cliente.
  2. Configuração: código, regra implementada e caso de teste com documento real.
  3. Vínculo e revisão: um dono por regra e data da próxima revisão.

O material que temos não afirma campo próprio para a tese nem como o controle de regimes especiais funciona; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Confirme a tese com o tributário da empresa. Para o desenho, veja governança fiscal no SAP.

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Então, o cerne: o material de apresentação da NTT cita controle de regimes especiais e monitor de benefícios fiscais entre as obrigações e controles. É texto comercial, sem funcionalidade lida. O material que temos não afirma como isso funciona; confirme com a NTT ou teste no ambiente antes de planejar o dossiê em cima disso. Enquanto isso, planilha com dono e data é melhor do que nada.

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Agora, pra fechar o desenho, em lista:

  1. Texto da tese, redigido pelo cliente.
  2. Quem decidiu, quando e com base em quê.
  3. Código de configuração e regra que a implementa.
  4. Caso de teste com documento real e resultado esperado.
  5. Data da próxima revisão.

Quando a regra do regime muda, a revisão nasce desse quinto item.

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Separe duas coisas e documente as duas: a tese e a configuração. A tese é decisão do cliente e fica num documento assinado por quem decidiu, com data. Veja, puxando o fio, a configuração é o que o sistema faz, e o vínculo entre as duas é o que a auditoria procura. A documentação da NTT que temos fala em dono por regra e dossiê com data, dono e vínculo com a regra. O material que temos não afirma que o produto tenha campo próprio para a tese.

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Discordo de um ponto: documento solto fora do sistema envelhece rápido. Então, a conta é esta: se a configuração muda e o documento da tese não muda junto, o vínculo some. Eu anotaria no próprio dossiê o código de configuração que implementa cada tese. A documentação da NTT sobre a simulação diz que o código de configuração vale para todas as apurações criadas com ele, e por isso mudar o código afeta todas elas.

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