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Fóruns / Regimes específicos e diferenciados

Como uma empresa do agro deve tratar o regime diferenciado na apuração e nos créditos?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Um pouco de história: acompanho o assunto fiscal desde a implantação do ECC 6.0, e agora um cliente do agro me perguntou como tratar o regime diferenciado na apuração e nos créditos. O agro terá reduções e regimes próprios, e o time quer saber como organizar o cadastro de produto para não perder crédito. Hoje o cadastro tem NCM, mas nenhum campo que diga qual tratamento cada produto recebe.

Como vocês estruturariam isso no SAP, e o que o GUEPARDO Tax permite conferir?


Atualização:

Obrigada, pessoal. Ficou claro que preciso primeiro da tabela de decisão por produto e só depois simular. Vou montar a tabela, usando a da Larissa como modelo, para uma amostra de dez produtos e levar ao tributário. Uma pergunta: a simulação pelas regras internas roda no ambiente de qualidade, ou isso depende de a ferramenta estar instalada na versão que temos? No fechamento, ó, não quero descobrir isso na véspera.

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Fechando: regime diferenciado se organiza por decisão registrada, não por simulação.

  1. Tabela de decisão por produto: NCM, tratamento escolhido, regra de crédito, dono e data.
  2. Conferência com um mês de notas reais, listando o que foge do padrão.
  3. Simulação depois da decisão, só para ver o efeito. Valor simulado é estimativa.
  4. Disponibilidade da ferramenta: confirme com a NTT e no ambiente se ela existe na sua versão, porque o quadro da documentação é um retrato de uma data e os manuais pedem essa confirmação.

A documentação que consultamos não afirma que o produto controle hoje os créditos de CBS, IBS e IS; esse ponto está como backlog. Quais reduções e regimes a empresa adota é tese: confirme com o tributário da empresa. Mais em reforma tributária, CBS e IBS no SAP.

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Sei que deve ser básico, porém discordo em um ponto: simulação não serve para decidir crédito. Resumindo, viu, o próprio material diz que valores simulados são estimativas da ferramenta e não substituem a apuração oficial. Então a decisão sobre o que é reduzido e o que gera crédito precisa vir antes, da própria empresa, e a simulação só mostra o efeito. Sem a decisão registrada, a simulação vira palpite com número.

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O que temos aqui, de prático: veja, o risco é perder crédito por documento com a informação errada. Confira um mês de notas reais por produto. O produto está com o tratamento que a empresa decidiu? O crédito foi apropriado onde a regra manda? Marque as notas que fogem do padrão numa lista com número da nota, produto, tratamento esperado e tratamento encontrado, e leve a lista ao tributário. Essa lista vira a evidência de que o cadastro funciona, ou do ponto exato onde não funciona.

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Explicando o cenário de outro jeito: veja, em todo caso, há mais de um caminho para testar o efeito do regime antes de ele valer. A documentação da NTT descreve dois tipos de simulação na ferramenta de simulação de impostos: pelas regras internas do produto, com cadastros e parametrização, ou pelo webservice de simulação da Receita. Escolher entre as duas é decisão de projeto, porque a primeira depende do que você cadastrou e a segunda usa o serviço da Receita. Sou controller, não do fiscal, e peço desculpa se for básico.

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Vamos ao que interessa. Complemento, em lista, com o que a documentação da NTT afirma:

  1. Na Análise de tributos, as alíquotas e a redução de base de IBS, CBS e IS são cadastradas por NBS e por NCM.
  2. Aqui na empresa, tá, o cadastro por NCM virou a base da conversa com o tributário.
  3. No quadro de andamento compilado, de data não informada, o atendimento das informações de créditos de CBS e de débitos e créditos de IBS e IS aparece como backlog, sem data.

O item 3 pesa: não dá para assumir que o produto já controle esses créditos.

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Resposta curta: guarde, para cada produto, o tratamento que a empresa decidiu e a regra de crédito ligada a ele, ao lado do NCM.

Boa tarde, colegas do fiscal. Agora, quer dizer, eu só falo do lado do controller: o que mais dói é crédito que depende de regra e ninguém sabe onde ela está. A documentação que consultamos não afirma como o GUEPARDO Tax trata regime diferenciado de agro; isso não está coberto no que consultamos, então confirme com a NTT. O que dá para fazer já é uma tabela simples: produto, NCM, tratamento escolhido, regra de crédito, dono da decisão e data.

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