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Fóruns / SAP DRC e eDocument

Como comprovar à auditoria que o fluxo do SAP DRC ao GUEPARDO Tax não tem documento fora da apuração?

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Foi mal a pergunta, mas é uma dúvida de quem está com pressa de fechamento. Assumi a área há pouco, vindo de energia, e a auditoria quer uma prova de completude: toda nota autorizada no SAP entrou na apuração do GUEPARDO Tax, sem exceção.

Bem, voltando ao ponto: o fiscal precisa apresentar um teste de ponta a ponta, usando o SAP DRC e o GUEPARDO Tax, que sirva de evidência. Hoje só temos o relatório final e a palavra do time. Que teste vocês montam e que evidência guardam para mostrar que nenhum documento ficou de fora?


Atualização:

Obrigada, gente. Vou montar a reconciliação por Docnum, uma amostra de 20 documentos acompanhados até a contabilidade e uma nota no relatório dizendo que o fluxo entre os dois sistemas foi confirmado com a NTT. Uma dúvida: quanto tempo de histórico a auditoria costuma pedir para essa evidência?

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Pacote de evidência que o fiscal pode apresentar:

  1. Reconciliação: notas autorizadas contra documentos na apuração, por Docnum, com cada exceção justificada.
  2. Amostra: documentos reais acompanhados da nota até a contabilidade.
  3. Limite: o relatório afirma só o que foi medido. O material que temos não explica a relação do SAP DRC com o produto, e isso deve ser confirmado com a NTT.

Sobre o prazo de guarda da evidência, o material consultado não afirma nada: defina com o jurídico. Mais sobre testes em testes fiscais no SAP.

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E aí, pessoal. Sou analista em transição de carreira e passei por situação parecida no fechamento do mês passado. Agora, saindo um pouco do tema, o que ajudou foi a regra do material de integração com FI: medir o que está em uso antes de propor, tratar conta com lançamento por bloqueio e provar com documento real. Escolha documentos reais, de ontem, não de planilha de teste antiga. A auditoria percebe a diferença na hora.

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Oi, pessoal do fiscal. Agora, o pulo do gato: discordo de apresentar o teste como prova do fluxo do SAP DRC ao GUEPARDO Tax. O material que temos cita DRC só como nome de menu e não explica a relação com o produto SAP de mesmo nome.

Então o teste só pode afirmar o que se mediu: quais notas existem no SAP e quais entraram na apuração. Como o fluxo entre os dois funciona é questão a confirmar com a NTT ou provar no ambiente, sem escrever isso no relatório como fato.

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Resumo da dúvida e da minha abordagem: em vez de comparar só chaves, auditamos a cadeia inteira de um documento por amostra. O material de projeto descreve essa cadeia como documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade, e lembra que o validador oficial aceitar não é prova. Agora, pelo que testei, escolher 20 documentos de tipos diferentes e acompanhar cada um até a contabilidade pega problema que a lista de chaves não pega, como ajuste manual fora do conjunto comparado.

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Boa tarde, pessoal. Sou auditora interna e trabalho há 12 anos com fiscal. Só completando o Jefferson: qual é a chave da comparação? A documentação de apuração de PIS e COFINS cita a consolidação de documentos fiscais, o relatório de conciliação e os lançamentos contábeis, e a nota é identificada pelo Docnum gerado na MIRO. No rollout em que participei, usamos o Docnum como chave única entre os dois lados. Com o mesmo identificador, a comparação deixa de depender de olho humano.

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  1. Talvez seja bobagem, mas a prova é uma reconciliação de chaves: lista das notas autorizadas no SAP contra a lista de documentos que entraram na apuração.
  2. Toda diferença vira exceção com motivo escrito.
  3. O resultado é gravado com data e responsável.

Trabalho há 20 anos com fiscal e hoje estou no ECC 6.0. Veja, o prazo é do auditor, mas a lição de projeto é clara: o validador aceitar o arquivo não prova nada, porque ninguém prova que o imposto apurado é o escriturado e o pago.

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