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Fóruns / SAP DRC e eDocument

Como o SAP DRC e o GUEPARDO Tax devem dividir a emissão e a apuração em um grupo multifilial?

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Prezados, bom dia. Somos um grupo multifilial: a emissão dos documentos eletrônicos sai pelo SAP DRC e queremos apurar pelo GUEPARDO Tax. O que preciso garantir como gestor é que os dois usem exatamente o mesmo documento, sem exportação manual entre eles e sem duas versões do mesmo número.

Então, o curioso é que ninguém aqui sabe dizer onde termina a emissão e onde começa a apuração. Como dividir as responsabilidades entre os dois, e como provar no fechamento que a nota emitida é a nota apurada?


Atualização:

Obrigado. Então, o curioso é que ninguém tinha feito esse teste simples. Vou escolher um documento por filial, anotar número, chave e valor na emissão e na apuração e comparar.

Dúvida de seguimento: se uma filial divergir e as outras não, o que investigo primeiro?

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Resumindo a conversa: emissão e apuração se dividem por origem e se provam por amostra.

  1. Origem: o documento gravado no SAP pela emissão. Segundo material institucional da NTT, o produto o lê da base SAP, sem exportação manual.
  2. Prova: um documento por filial, com número, chave e valor anotados na emissão e na apuração.
  3. Divergência em uma filial: compare a parametrização com a de uma filial que bate; depois o dado do documento; por último a integração.
  4. Lacuna: o material que temos não explica a relação do GUEPARDO Tax com o DRC nem traz versão mínima. Confirme com a NTT ou teste no ambiente.

O panorama da emissão está em documentos fiscais eletrônicos no SAP.

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Boa tarde, pessoal. Como de costume, viu, a divergência em uma filial só costuma ser de parametrização. O material que temos cita, para ICMS-ST e DIFAL, CST, CFOP e NCM divergentes entre filiais como causa de erro em alguns estados.

Compare primeiro a parametrização da filial que diverge com a de uma filial que bate. Se for igual, olhe o dado do documento; só depois a integração.

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Dúvida pontual e discordância: não dá para tratar texto de página comercial como prova do fluxo. Bem, olhando o log, o que resolve é o teste: pegue um documento emitido, anote número e chave, e ache a mesma nota na base da apuração.

Se achar nos dois lados, o caminho existe para aquele tipo de documento. Se não achar, o problema é de integração, não de regra fiscal. O material que temos não traz versão mínima entre os dois produtos.

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Comece pelo que o material afirma: segundo material institucional da NTT, o produto lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP, sem exportação manual. Então o documento que a emissão gravou no SAP é a origem.

Agora o que ele não afirma: a relação do GUEPARDO Tax com o DRC, que aparece só como nome de menu. E aí, a lição é confirmar com a NTT e testar no ambiente antes de desenhar o fluxo.

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