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Fóruns / SAP DRC e eDocument

Como o SAP DRC e o GUEPARDO Tax se relacionam no fluxo de documentos e apuração?

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Dúvida curta: no ECC 6.0, em implantação, preciso desenhar o mapa de dados do fluxo fiscal e não sei em que ordem as coisas acontecem. Pelo que entendi seria documento, DRC e depois apuração, com o GUEPARDO Tax em algum ponto. O que cada peça faz, e qual é a relação entre o SAP DRC e o GUEPARDO Tax? Na real, é isso que o desenho precisa responder antes do blueprint.


Atualização:

Valeu. Vou montar o mapa pelas três perguntas e anotar o menu da /FHG/11 amanhã. Uma pergunta: se no meu ECC o menu DRC não aparecer, devo tratar como ausência do componente ou como diferença de versão?

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Resumindo:

  1. Relação DRC e GUEPARDO Tax: o material que temos não a explica; confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  2. Mapa: desenhe por três perguntas (onde nasce o documento, onde é escriturado, onde a apuração lê), com data e dono por linha.
  3. Prova: captura da /FHG/11 e do menu DRC, e confirmação das tabelas de contabilidade no seu ambiente.
  4. Linha sem resposta: fica marcada como não conferida, nunca preenchida por suposição.

Se o desenho envolver a migração do documento eletrônico para o DRC, veja migração do GRC NFe para o DRC.

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Complemento de quem aprendeu na marra:

  1. veja, eu aprendi na marra que o mapa precisa de data e de dono para cada linha;
  2. guarde a captura da tela de configuração junto do mapa;
  3. no ECC, o material cita o produto lendo contabilidade por interfaces de busca sobre tabelas padrão, como GLT0 e FAGLFLEXT; confirme qual vale no seu caso.
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Discordo em parte: desenhar sem o DRC é arriscar retrabalho, vamos lá, né. Mesmo sem a relação explicada, a configuração do produto abre pela transação /FHG/11 e um dos caminhos citados passa por um menu com o nome DRC; há também variantes para TDF. Isso mostra que o ambiente pode ter os dois, não que um depende do outro. A prova é simples: abra /FHG/11 no seu ambiente e anote o que aparece sob o menu DRC.

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Olá, comunidade. A primeira frase honesta é que o material que temos não explica a relação entre o DRC e o GUEPARDO Tax: o DRC aparece na documentação só como nome de menu, sem explicação da sigla. Confirme com a NTT ou teste no ambiente. O que dá para desenhar já é a parte que o material afirma: segundo a NTT, o produto lê FI, CO, MM e SD direto da base SAP, e a nota é identificada pelo Docnum gerado na MIRO. A exceção é, viu, qualquer desenho que ponha o DRC no meio sem prova.

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Eu desenharia por três perguntas, em vez de por produto:

  1. onde nasce o documento fiscal (MIRO, fatura em FI, entrada de nota);
  2. onde ele é validado ou escriturado;
  3. onde a apuração lê.

E aí, dito isso, cada resposta vira uma linha do mapa, com o nome da tabela ou transação confirmado no ambiente. Para a Reinf, o material cita como pré-requisito notas de serviço de entrada registradas pela MIRO ou por fatura em FI. Onde a linha ficar sem resposta, marque como não conferido.

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