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Fóruns / SAP DRC e eDocument

Como testar o impacto de uma mudança de leiaute de documento eletrônico no GUEPARDO Tax?

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Vamos ao que interessa: chegou uma nota técnica com novo leiaute de documento eletrônico e preciso testar de ponta a ponta, da emissão no SAP DRC até a obrigação gerada pelo GUEPARDO Tax, antes de ir para produção. Trabalho há 10 anos como analista fiscal, no S/4HANA 2021. Agora, o x da questão: não sei nem onde termina a responsabilidade do emissor e onde começa a do produto. Qual roteiro de teste vocês usariam, e o que guardar de evidência em cada ponto?


Atualização:

Obrigada a todos. Vou unir o roteiro da Maria, de trás para frente, com o do Jefferson, pelo monitor. A regressão do Alexandre em período fechado vira o critério de saída. Ficam duas dúvidas: o ambiente de qualidade tem a transmissão configurada, ou parte do fluxo fica sem teste? E vocês chamam o fiscal da empresa antes ou depois do teste técnico fechar?

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Resumindo: teste o leiaute novo em camadas, com o fiscal da empresa no final.

  1. Emissão no ambiente de qualidade e retorno no monitor padrão, conferindo a transação J1BNFE.
  2. Documento fiscal gravado, com o leiaute novo.
  3. Obrigação gerada pelo GUEPARDO Tax comparada com um período fechado, como regressão.
  4. Homologação do fiscal da empresa e primeiro fechamento em produção.

A relação do GUEPARDO Tax com o DRC não está explicada no que consultamos: confirme com a NTT ou teste no ambiente. Na nossa leitura de casos, ambiente de qualidade sem a transmissão configurada deixa parte do fluxo sem teste. Mais em testes fiscais no SAP.

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Oi, gente. Sou novo no fiscal e achei um roteiro simples para juntar tudo: teste técnico pela consultoria, teste integrado pelo cliente com apoio, regressão, teste contábil, homologação do cliente e primeiro fechamento em produção. E aí, por precaução: o teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa. Quem valida é o cliente, e a homologação inclui a interpretação tributária. Então reserve tempo do fiscal da empresa nessa conta.

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Vou direto à dúvida de forma diferente: aqui o teste começou pela ponta final, a obrigação, e voltou para trás. O plano é separar em camadas:

  1. Escolher dois ou três documentos cuja obrigação já saiu certa antes do leiaute novo.
  2. Gerar a obrigação no ambiente de qualidade com o leiaute novo e comparar.
  3. Se diferiu, voltar para o documento e depois para o emissor.

Sou key user e esse caminho me deu a diferença localizada em poucas horas.

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Se a dúvida for repetida, desculpem, mas discordo de começar pela obrigação. Então, abrindo um parêntese: o produto de e-Invoicing é um módulo à parte, e a documentação da NTT diz que NF-e e CT-e de saída usam o monitor padrão do SAP, com o monitoramento de NF-e pela J1BNFE. Se o leiaute mudou, o primeiro ponto de falha costuma ser no monitor do documento, e não na apuração. Teste a emissão e o retorno do monitor antes de ir adiante. Quem confirma o leiaute vigente é a nota técnica, não o ambiente.

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Sei que deve ser básico, porém: o teste só no modo atual não basta, e a evidência precisa sobreviver ao fechamento. Então, de longe, o que sugiro é registrar uma tabela por documento: número, o que se esperava, o que veio, data e responsável. Os cenários devem cobrir o documento normal, o cancelado e o complementar. E a regressão: rode os mesmos documentos num período já fechado e compare com a evidência que existe daquele mês, para ver se o leiaute novo mudou algo que não devia.

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O cenário é este: primeiro desenhe os pontos de passagem do dado, depois teste cada um. Sem querer complicar, né, a documentação da NTT que consultamos não explica a relação do GUEPARDO Tax com o DRC além de um nome de menu, então não suponha o caminho. Roteiro mínimo:

  1. Emitir no ambiente de qualidade documentos com o leiaute novo.
  2. Conferir o que o SAP gravou no documento fiscal.
  3. Conferir o que a apuração e a obrigação mostram para o mesmo documento.

O ponto 3 é o que só o teste responde.

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