Para situar vocês: estou numa empresa que usa SAP com GUEPARDO Tax, e a parametrização do eDocument fica com a TI, mas ela muda o que chega na apuração do fiscal. Em campo, já vi a TI mexer em regra de documento eletrônico sem o fiscal saber, e o fiscal descobrir só no fechamento. Trabalho com fiscal há 23 anos e ainda não achei um desenho de papéis que eu considere bom. Como vocês dividem decisão e execução entre o administrador SAP e a equipe fiscal? E o material do GUEPARDO Tax diz algo sobre eDocument?
Atualização:
Valeu, pessoal. Vou propor o fluxo do Eduardo, a comparação de XML da Valéria e o cruzamento de acessos do Rodrigo. Uma dúvida de seguimento: quando a mudança é pequena, vale exigir toda essa trilha, ou existe um limite razoável entre a mudança que passa pelo fiscal e a que a TI resolve sozinha?