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Fóruns / SAP DRC e eDocument

Qual o papel do administrador SAP e do fiscal ao parametrizar eDocument e GUEPARDO Tax?

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Para situar vocês: estou numa empresa que usa SAP com GUEPARDO Tax, e a parametrização do eDocument fica com a TI, mas ela muda o que chega na apuração do fiscal. Em campo, já vi a TI mexer em regra de documento eletrônico sem o fiscal saber, e o fiscal descobrir só no fechamento. Trabalho com fiscal há 23 anos e ainda não achei um desenho de papéis que eu considere bom. Como vocês dividem decisão e execução entre o administrador SAP e a equipe fiscal? E o material do GUEPARDO Tax diz algo sobre eDocument?


Atualização:

Valeu, pessoal. Vou propor o fluxo do Eduardo, a comparação de XML da Valéria e o cruzamento de acessos do Rodrigo. Uma dúvida de seguimento: quando a mudança é pequena, vale exigir toda essa trilha, ou existe um limite razoável entre a mudança que passa pelo fiscal e a que a TI resolve sozinha?

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Resumindo: o fiscal decide o efeito, a TI executa, e a prova é feita por quem não executou.

  1. Produto: sobre eDocument e o GUEPARDO Tax, a documentação disponível não afirma nada; confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  2. Fluxo: efeito esperado por escrito, parametrização em desenvolvimento, validação do fiscal em qualidade, transporte pela TI.
  3. Prova: XML de nota de teste antes e depois, anexado ao registro da mudança.
  4. Acessos: cruzar quem muda e quem aprova, para ninguém fazer as duas coisas.

Sobre o limite da pergunta final: liste por escrito quais parâmetros afetam a apuração, e só esses passam pelo fiscal. Mais sobre papéis em governança fiscal contínua.

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Complementando o Rodrigo com uma checagem que dá para fazer hoje. Olha, olhando o XML de uma nota de teste, dá para ver o que a regra mudou sem depender de tela.

  1. Emita duas notas iguais, uma antes e outra depois da mudança de parametrização.
  2. Compare os campos de imposto no XML.
  3. Anexe as duas ao registro da mudança, com data e nome de quem comparou.

Isso serve para qualquer parametrização de documento eletrônico, com ou sem GUEPARDO Tax, e a conclusão fica com o fiscal.

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Aqui o desenho foi outro, agora, dito isso, com uma regra simples: quem decide o efeito é o fiscal, quem executa é a TI.

  1. O fiscal escreve o resultado esperado (qual campo, qual valor, qual tributo).
  2. A TI parametriza em desenvolvimento e anexa o teste.
  3. O fiscal valida em qualidade com um documento real.
  4. Só então a TI transporta para produção.

Sou coordenador tributário e não do fiscal puro, então me corrijam se a divisão estiver torta. Quem valida é o cliente, e o teste técnico sozinho não prova que a apuração está certa.

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Discordo em um ponto. Bem, quer dizer, fiscal decide e TI executa falha quando a mesma pessoa faz as duas coisas. No fechamento do mês passado passei por algo parecido:

  1. O mesmo usuário alterou a regra e aprovou o teste.
  2. Ninguém percebeu até a guia sair diferente.

Costuma acontecer que perfis de acesso são tratados como assunto de TI e ninguém verifica se a mesma pessoa apura, aprova e lança a guia. É padrão de projeto, não medição minha. Sugestão: peça à TI a lista de quem pode mudar e de quem pode aprovar, e cruze as duas.

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Já adianto, né: sobre eDocument, a documentação que consultamos não afirma nada. Em tudo o que foi lido sobre o GUEPARDO Tax não há menção a eDocument nem à relação do produto com o SAP Document and Reporting Compliance. Confirme com a NTT ou teste no ambiente. Então o desenho de papéis tem que valer sem essa premissa. Sou consultor SD e acabei de assumir a área, por isso falo do que dá para testar: antes de mexer no eDocument, a TI abre um registro de mudança, o fiscal responde por escrito qual efeito espera na apuração, e depois alguém compara um documento de teste antes e depois.

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