Estamos avaliando a transição entre o ambiente on premise e a nuvem para o nosso sistema tributário. Trabalhamos com S/4HANA nesta fase de estudo. No fechamento do mês passado, passamos por uma situação onde a parametrização do ambiente local gerava gargalos significativos na geração dos relatórios fiscais finais. Já tentamos otimizar os processos atuais, mas a questão da escalabilidade futura nos preocupa bastante. Veja, como bem lembrou, a diferença de infraestrutura é grande. Considerando nossos fluxos de trabalho atuais, qual seria o principal ponto de atenção ao migrar para uma solução nativa em nuvem?
Atualização:
Agradeço as visões de vocês sobre a transição entre os modelos. Nós testamos cenários de volume de transações no sistema que simulam o esforço de fechamento que fazíamos no local. Veja, como bem lembrou, a nuvem traz uma dinâmica diferente para o processamento. Gostaria de saber qual foi sua experiência ao endereçar a escalabilidade dos recursos computacionais nesse novo contexto, especialmente considerando picos sazonais de movimentação.
Atualização:
Agradeço a discussão produtiva sobre os modelos operacionais. Realizamos testes simulando o volume típico de transações necessário para o encerramento fiscal realizado no nosso ambiente anterior. Veja, como bem lembrou, que a dinâmica de processamento muda consideravelmente na nuvem. Gostaria de ouvir sobre os desafios práticos encontrados ao dimensionar a capacidade computacional para adaptar-se a variações repentinas na carga de trabalho.