Antes da pergunta, o contexto. Sou desenvolvedor ABAP e fui chamado pelo gestor de uma empresa de serviços que fatura mensalmente centenas de contratos recorrentes. Ele quer saber como o split payment afeta o fluxo de caixa do mês. Veja, lá onde trabalho, já ouvi dez versões diferentes. Eu não sou do fiscal, então peço desculpa se for básico.
O que dá para preparar agora, sem depender de ler a regra completa?
Atualização:
Obrigado, Priscila e Maria. Montei a medição por contrato e a primeira conta já mostra que poucos contratos concentram boa parte do recebimento. Esse número é nosso, de campo, sem nenhum valor oficial. Pergunta: depois de medir, o que levo ao financeiro para ele planejar o caixa, só o relatório ou mais alguma coisa?
Atualização:
Entendi a diferença: ensaio e número real são coisas separadas. Vou apresentar ao gestor três pacotes, a medição de caixa por contrato, a tabela faturado contra contabilizado e o ensaio da FSI, com a ressalva de que o modelo oficial do split precisa ser conferido no texto vigente.