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Fóruns / Split payment e extinção do débito

Como o split payment impacta a baixa de contas a pagar e a receber no SAP com GUEPARDO Tax FI?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Se a dúvida for repetida, desculpem. O financeiro suspeita que, com o split payment, o tributo será recolhido no pagamento e o valor que entra no caixa muda. Um alerta, é que ninguém definiu como a baixa dos títulos deve refletir isso no SAP. Estamos em S/4HANA 1909. Existe algo no GUEPARDO Tax que já faça essa baixa, ou isso é desenho nosso?


Atualização:

Ajudou bastante. Rodei o relatório de simulação com algumas notas e o financeiro gostou de ver a data de pagamento ao lado do efeito por tributo. Fiz também o desenho do Bruno e achei duas contas sem dono. Pergunta de seguimento: quem costuma ser o dono dessa conciliação, o fiscal ou o financeiro?

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Fechando o que a conversa mostrou:

  1. Produto: sem fonte de que o GUEPARDO Tax opere o split payment. Só consta o relatório da simulação.
  2. Ensaio: o relatório é estimativa para a conversa com o financeiro, nunca lançamento.
  3. Desenho: mapeie o caminho do título e defina conta e dono.
  4. Fonte: o modelo precisa de fonte oficial datada.

Sobre o produto, confirme com a NTT ou teste no ambiente. O tratamento é decisão do cliente, com o tributário da empresa. Mais sobre o tema em split payment no SAP.

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Pano de fundo: discordo de tratar isso só como desenho do financeiro. Olha, dito isso, o modelo de split payment depende de fonte oficial datada, e nós ainda não temos uma aqui para apoiar nenhum lançamento. Antes de desenhar a baixa, cada empresa precisa conferir o texto vigente e decidir com o tributário como tratar o valor recolhido no pagamento. Desenhar a conta antes dessa decisão pode obrigar a refazer tudo.

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Contexto rápido primeiro: o relatório que a Patrícia citou é bom para ensaio. Olhando o log e os campos dele, ele mostra a data em que a fatura de cada nota foi paga e o efeito disso no fluxo da apuração, por tributo. Dá para rodar com notas já lançadas e levar o resultado ao financeiro como estimativa. Lembre que valor simulado é estimativa da ferramenta e não substitui a apuração oficial, então ele serve para conversa, não para lançamento.

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Outra forma de olhar, vinda de quem veio do financeiro: em todo caso, viu, antes de pensar em tecnologia, desenhe o fluxo no papel.

  1. Desenhe o caminho do título: nota, vencimento, pagamento, baixa.
  2. Marque onde o valor retido deixaria de entrar no caixa.
  3. Defina qual conta recebe esse valor e quem concilia.
  4. Só então veja se o sistema precisa de um passo novo.

Quem chega com o desenho pronto negocia melhor o escopo.

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O cenário é este: resposta curta, não. Em linhas gerais, viu, a documentação lida traz só um relatório dentro da ferramenta de simulação, que olha documentos simulados, e nada que diga que o GUEPARDO Tax opera ou conecta o recolhimento no pagamento. Logo, a baixa real dos títulos é desenho do projeto. Antes de contar com automação, pergunte à NTT ou teste no ambiente.

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