Estou trabalhando com o S/4HANA 2021 e estamos implementando as adaptações necessárias para a Reforma Tributária, focando na questão do split payment. Passou por situação parecida no fechamento do mês passado, e a transição para o novo regime exige muita atenção à correta geração dos documentos fiscais. Analisando a Nota Técnica 2025.002-RTC, percebi como a complexidade aumenta com a necessidade de controle preciso dos valores segregados no IBS, CBS e IS. O risco é, né, que qualquer inconsistência no mapeamento dos dados comprometa toda a arrecadação. Diante dessa nova estrutura, como podemos garantir que o sistema esteja tratando o fluxo de informações para este modelo de pagamento dividido de maneira robusta?
Atualização:
Pessoal, obrigado pelas contribuições. Eu testei a alimentação dos grupos de informação e concordo que a rastreabilidade é vital. O risco é, né, que a coerência entre o gerado e o esperado pelo fisco seja quebrada em detalhes finos. Considerando o que foi dito sobre a necessidade de mapeamento granular, gostaria de saber como vocês estão endereçando a utilização do Código de Classificação Tributária do IBS e da CBS para mitigar pontos de atrito na apuração final.