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Fóruns / Apuração, cálculo e parametrização fiscal no SAP

Como configurar a apuração de PIS e Cofins no GUEPARDO Tax pela primeira vez?

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Me corrijam se eu estiver errada: vamos configurar a apuração de PIS e Cofins no GUEPARDO Tax pela primeira vez, no ECC 6.0, e eu assumi a área vindo da farma. Trabalho há 10 anos com fiscal, mas nunca implantei esse módulo. Quero:

  1. a ordem dos passos;
  2. o que conferir antes do primeiro fechamento;
  3. o que fazer com crédito antigo que existia antes do produto.

Veja, o cerne da minha dúvida é não montar tudo e descobrir no fechamento que faltou um passo.


Atualização:

Obrigada, pessoal. Gostei da ideia da APC04 para testar e vou montar a lista de crédito antigo para a APC05. O Túlio Ramos tem razão sobre a ordem: vou registrar que é a nossa ordem de trabalho, não a ordem do produto. Pergunta: quando a natureza da receita vem em branco, o arquivo do SPED Contribuições ainda é gerado ou o produto trava a geração?


Atualização:

Complementando a minha própria pergunta, para ninguém perder tempo: a documentação que consultamos não afirma o que o produto faz na geração quando a natureza da receita está vazia, então vou levar isso à NTT e testar no ambiente de qualidade. Se alguém já passou por isso, conta o que aconteceu. Fico com o roteiro de três conferências antes do fechamento: apuração de teste, crédito antigo lançado e natureza da receita preenchida.

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Resumindo: na primeira configuração, não existe ordem oficial de implantação no material da NTT, mas existe uma ordem de trabalho segura.

  1. Testar pela /FHG/APC04, deixando a oficial intocada.
  2. Levantar e lançar pela /FHG/APC05 o crédito extemporâneo anterior ao produto.
  3. Decidir se a natureza da receita por NCM exige o BAdI /FHG/BADI_PIS.
  4. Combinar com o fiscal da empresa o que vale como prova antes do primeiro fechamento.

O comportamento da geração com natureza vazia não está afirmado no que consultamos: confirme com a NTT ou teste no ambiente. Mais em EFD-Contribuições e PIS/Cofins no SAP.

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Vou direto à dúvida: discordo de tratar isso como lista de transações. A documentação lida não traz uma ordem de implantação, então qualquer ordem que alguém apresente aqui é experiência, e não regra do produto. O teste é outro: quem valida o resultado é o cliente. O teste técnico da consultoria não prova que a apuração do mês está certa, pois é. Antes do primeiro fechamento real, combine com o fiscal da empresa quais conferências ele aceita como prova, e só então feche.

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Dúvida curta, mas o crédito antigo pesa. Então, minha leitura da documentação: o produto controla os créditos apurados e o uso deles, mas o crédito extemporâneo anterior ao controle do GUEPARDO entra à mão, pela transação /FHG/APC05. Para o primeiro fechamento, liste os créditos que a empresa já tinha, com saldo e origem, e lance pela APC05. Sem essa lista, o saldo inicial de crédito fica diferente do que o fiscal espera.

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Olá, time. Mais um item da lista de conferência:

  1. Natureza da receita: não é determinada por NCM no produto.
  2. Quando a empresa precisa determinar por NCM, a documentação da NTT fala em desenvolvimento por BAdI, o /FHG/BADI_PIS, método NAT_RET_DETERMINE.
  3. Decidir cedo se esse desenvolvimento entra no escopo.

Olha, pensando bem, esse é o tipo de coisa que quem implanta pela primeira vez só descobre quando a natureza vem em branco no arquivo.

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Deixa eu montar o quadro, com o que a documentação da NTT afirma. A criação da apuração é pela transação /FHG/APC01, a edição pela /FHG/APC02 e a consulta pela /FHG/APC03. Para testar com configuração diferente da oficial existe a /FHG/APC04. Olha, a saída é usar a APC04 no teste: o produto permite várias apurações para o mesmo período e empresa, mas só uma é a oficial. Assim você erra à vontade sem contaminar a oficial.

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