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7 Respostas

Se o fechamento do ano fiscal do imobilizado ainda não rodou, a administração já cobra o relatório de saldos. Estou no SAP com GUEPARDO Tax, vamos lá, pois é, e tentei rodar o fechamento pelo menu padrão, mas o sistema travou na conta de depreciação. Já checamos com a assessoria e o problema não é de período aberto. Como fazemos para confirmar a apuração antes de virar o exercício? Alguém já passou por isso com uma transação diferente da padrão?


Atualização:

O resultado que importa é fechar o ano sem refazer lançamento. Vamos lá, pois é: o Diego e a Rosana me deram alguns caminhos, e eu testei parte deles. Continuo sem saber qual vale para nós. Você já viu alguém usar o relatório antes do fechamento? Se sim, me conta o que mudou na rotina.

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Quando o fechamento do imobilizado cruza mais de um tipo de operação, o risco é o saldo sair certo num relatório e errado no outro. Por isso, a recomendação prática é separar primeiro o que é de empréstimo e o que é de compra, depois conferir a leitura econômica de cada grupo antes de virar o exercício. Use um quadro de elementos por natureza, com a data do lançamento ao lado, e guarde a evidência de cada conferência. Não há dado aqui que confirme o código de transação de vocês. Quem decide o tratamento fiscal é o contribuinte, com a orientação que tiver. Para aprofundar, veja parametrização fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Concordo com a Rosana aqui. Rosana, complemento o seu ponto: bem, no ambiente de qualidade, a regra de financiamento só ficou limpa quando separamos o crédito concedido do restante. A parte cumulativa precisa de conta própria, e a diferença fica demonstrada no relatório antes de virar o ano. Assim não somamos saldos de naturezas diferentes.

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O risco que você já viu é o fechamento rodar com contrapartes erradas, sem ninguém perceber. Conforme o nosso padrão, a gente cria uma regra de conferência antes do fechamento e trava qualquer lançamento sem par. Esse caminho vale quando o volume é alto, porque o controle manual não aguenta. Quando o volume é baixo, a planilha basta. Agora, no fim das contas, a decisão sobre contribuições fica com quem responde pela contabilidade.

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Kleber, discordo com educação do seu controle de conciliação: ele não resolve o problema da data do lançamento. e aí, saindo um pouco do tema, a operação de financiamento precisa de regra própria, porque a parte creditícia tem outro ritmo. Os direitos creditórios entram em outra conta, e não no mesmo fechamento. Antes de aplicar o seu método, eu separaria essas operações para não misturar.

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Bruno, concordo em parte com você: o ano não fecha sem o saldo. Mas discordo do resto, porque no nosso caso a ordem é outra. Então, a título de exemplo, rodamos primeiro as compras do mês, depois o fechamento, e só então o relatório. Complementar isso com o histórico de lançamentos ajudou a achar a diferença de centavos. Se o seu caso for diferente, a sequência muda e o erro some.

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Na minha rotina, o ano fiscal do imobilizado só fecha quando a depreciação está calculada e as notas de compra estão lançadas, e isso eu checo primeiro. Como de costume, rodo o relatório de saldo antes de qualquer transação de fechamento. Se o erro continuar, olho o período e o benefício fiscal ligado ao bem, quando existir. Esse vínculo eu confirmo caso a caso, porque depende da atividade do bem. Não conferi o código de transação de vocês aqui, então não sei se é igual no seu ambiente. A correção de um benefício errado fica para a área fiscal decidir.

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Será que a depreciação entra antes do saldo? Sérgio, você disse que o ano só fecha com o valor calculado da depreciação. e aí, minha ressalva: a compensação e a competência nem sempre andam juntas na nossa telecom. Eu pergunto porque o relatório do mês seguinte mostrou diferença, e não sei se o culpado é a ordem. Você rodou com o período aberto ou fechado?

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