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8 Respostas

Ontem, uma nota foi rejeitada. Era uma nota de compra do poder público, e, meu alerta, tá, não consigo acessar o motivo completo no SAP. Estamos com o GUEPARDO Tax e a nota já foi emitida, a alíquota aparece preenchida no item, mas o sistema acusa divergência de tipo de ente. Na versão anterior do módulo isso não acontecia, então suspeito de mudança no tratamento do grupo de aquisição. Já conferi o cadastro do fornecedor e o tipo de ente, sem achar a causa. Qual é o caminho para verificar essa nota no SAP sem mexer na nota já emitida?


Atualização:

Será que é o cadastro? Obrigada, Aline Alves, pelo caminho. Eu testei o XML original e, meu alerta, tá, a rejeição continuou com o mesmo código. Acho que o sistema pode estar lendo o parceiro antes do tipo de ente. Vou repetir o teste no ambiente de homologação. Você já viu essa validação falhar só nos casos de compra do poder público?


Atualização:

Mônica, o resultado que importa é que o teste da chave passou, mas o campo de tipo de ente ainda falha. Obrigada a todos, testei com duas notas e o erro voltou nas duas. O sistema, meu alerta, tá, deve ler o parceiro antes do tipo de ente, e vou conferir isso. Vocês já conseguiram passar sem ajustar o cadastro do parceiro?

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Quando a validação chega ao fim, a recomendação prática é começar pela chave, depois conferir o tipo de ente e só então o campo de presunção. Teste sempre com uma nota realizada em homologação, nunca em produção, para não criar mais um retorno de rejeição. Se o erro persistir, verifique se a nota referenciada na origem está correta, porque chave com problema costuma mascarar outras regras. A decisão sobre enquadramento e sobre o uso do campo é de quem responde pelo tributo, com apoio da área fiscal. Guarde o log de cada envio e o retorno do sistema, porque é isso que prova o que foi testado e quando. Para aprofundar, veja parametrização fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Bianca, o prazo é, viu, o principal aqui não é a regra, e sim a chave de acesso. Discordo que a configuração esteja incorretamente feita, porque a nota informada como origem está inexistente no ambiente de homologação, e isso eu verifiquei no log. Eu olharia primeiro se a chave informada existe, e só depois a regra do poder público. Se a chave estiver correta, aí sim vale mexer na classificação.

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Alexandre, a chave sozinha não basta. A observação que faço, agora, digamos assim, é que o campo de operação precisa bater com o tipo de nota, senão a validação falha antes de chegar à chave. Eu já vi isso num cliente de telecom, onde o sistema lia a operação antes do ente. Se o valor informado estiver certo e a operação errada, o retorno parece de chave, mas não é.

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Concordo em parte com a Aline Pires, o tipo de ente pode mesmo ser lido depois. Discordo, porém, de culpar só o cadastro, porque a emissão da nota já traz o gcompragov certo e a rejeição aponta para o gcredpres. E, bem, o bom é separar as duas coisas. Primeiro confirmo que a emissão está íntegra, depois olho o campo de presunção. Com essa ordem, a gente não mexe em nada que já foi aceito pelo ente.

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O risco que já vi é tratar toda nota de compra do mesmo jeito, e isso derruba o cenário das governamentais. Diego, voltando ao ponto, tá, você falou do campo principal, mas qual regra vale para o órgão governamental quando o ente não é da união? Não sei se a validação muda nesse caso. Você chegou a testar com uma nota de ente estadual?

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Agora, a fonte é, no caso concreto da siderurgia, a nota de entrada chega com valor diferente do pedido, e eu comparo dados primeiro no cadastro do parceiro e, agora, a referência é o XML recebido, não o que aparece na tela. Quando o valor diverge do documento arquivado, reimporto a nota e confiro o log. Essa forma é mais lenta, mas vale quando há poucos casos e a auditoria pede prova. Para volume alto, prefiro um relatório de conferência automática.

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Quando o item está certo, Renata, o problema costuma ser a descrição do item na nota, diga-se de passagem, ó. Se o destinatário do grupo de aquisição estiver com cadastro antigo, o sistema compara o nome e não bate. Depois que ajustei o campo de crédito da movimentação de presunção, o erro sumiu. Por isso eu conferiria primeiro a descrição e o destinatário, antes de qualquer mudança de classificação.

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A rejeição nasce do atributo do item, não do valor, e, na minha rotina, ó, quando o ccredpres vem preenchido sem o código correspondente, o sistema trava a nota de compras antes da validação do ente. Confira no cadastro do material se o campo de presunção está preenchido e se o tipo de movimento aponta para o layout certo. Depois, reenvie uma nota de teste e compare o retorno. Não altere a nota de origem para contornar a validação.

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