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5 Respostas

Espero que não seja um detalhe muito básico, mas estou um pouco perdido com a migração do nosso outro ERP para o SAP e gostaria de alinhar um ponto sobre a geração da nota fiscal. Estamos trabalhando com alguns produtos que envolvem infusões e tisanas, e a classificação fiscal tem sido um desafio na parametrização. Tentamos cruzar as informações do nosso sistema legado, mas o mapeamento para o módulo tributário do SAP está gerando inconsistências. O ponto é que, viu, preciso garantir que a tributação automática na saída esteja correta para esses itens específicos. Diante disso, como devemos proceder no BADI para endereçar corretamente a tributação desses produtos que contêm as sementes ou frutas secas, considerando as recentes atualizações trazidas pelo Conv. ICMS 240/19?


Atualização:

Agradeço as contribuições de vocês, pois elas realmente trouxeram clareza sobre o mapeamento que estamos enfrentando. Nós testamos a padronização dos códigos fiscais no cadastro do material, seguindo a sugestão inicial, mas ainda estamos com dúvidas sobre como o sistema comporta a transição exata desses produtos. O ponto é que, viu, precisamos confirmar se essa parametrização inicial já é suficiente para sustentar a saída tributária sem depender de ajustes manuais na rotina de faturamento.

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Ainda que a correta codificação fiscal no cadastro do item seja o alicerce para qualquer transação, a dependência exclusiva dela para validar a operação corrente pode ser insuficiente diante das nuances operacionais. O sistema precisa compreender o cenário específico da venda, e isso vai além da simples informação do produto. Sugiro que, além da padronização inicial, avaliemos como o módulo tributário interpreta o uso ou acondicionamento da mercadoria no momento do registro da saída. É recomendável verificar se os parâmetros configurados no momento do faturamento estão totalmente alinhados com o uso final pretendido para esses itens sensíveis. Para aprofundar, veja parametrização fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Embora a padronização inicial no cadastro do material seja fundamental, eu discordo que ela sozinha garanta completamente o comportamento tributário desejado em todas as cenários de saída. A complexidade reside em como o sistema interpreta o contexto da venda. O plano é, tá, que o mapeamento tributário no BAPI espelhe fielmente a natureza da mercadoria acondicionada, especialmente quando se trata de preparações específicas. Isso garante que o documento fiscal reflita a realidade da operação.

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Patrícia Siqueira: João, concordo plenamente. O desafio reside justamente em transpor a granularidade do sistema anterior para a lógica tributária do SAP. Quando estamos falando desses tipos de condimentos, como anis, erva-doce ou cacau, que chegam a serem usados em misturas ou chás prontos, a informação da acondicionamento final é determinante para a correta aplicação da NCM e das alíquotas. Meu alerta, ó, que vamos focar em como o movimento no SAP simula esse produto finalizado, para que o documento fiscal não gere questionamento na fiscalização.

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Para facilitar essa transição e minimizar riscos na geração da nota, nós tivemos como abordagem inicial padronizar o uso dos códigos fiscais diretamente no cadastro do material do S/4HANA. Isso garante que, mesmo durante a migração de dados, o sistema tributário encontre o enquadramento correto automaticamente. Um adendo que achamos útil é que, dependendo da composição exata e do acondicionamento, o uso do campo específico para infusões ou tisanas pode ser mais preciso do que tentar forçar a regra tributária apenas no momento da saída.

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Para assegurar a tributação correta na saída desses itens, é crucial que a parametrização do BAPI espelhe a natureza da mercadoria acondicionada. Olha, a ideia é que, ao lidar com sementes de anis, badiana, funcho, coentro, cominho ou alcaravia, quando acondicionadas em saquinhos para preparações de infusões ou tisanas, o mapeamento tributário no SAP reflita esse uso específico. Isso evita inconsistências ao gerar o documento fiscal. A migração do outro sistema para o nosso ERP exige esse alinhamento minucioso para que o módulo tributário funcione como esperado.

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