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Fóruns / Documentos fiscais eletrônicos, CST, cClassTrib e cadastro

Como funciona a classificação CST e cClassTrib no cadastro do SAP com a chegada do IBS e da CBS?

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Sei que deve ser básico, porém: vim de outra área, estou em transição para o fiscal e a empresa está no RISE with SAP. Ouvi que a reforma traz novos códigos de classificação, como CST e cClassTrib, e não sei o que revisar no cadastro de material e de parceiro. Também não sei como o GUEPARDO Tax recebe esse dado. Por onde eu começo a olhar?


Atualização:

Obrigada! Peguei dez notas de saída e em sete a classificação está genérica. Então o dado é mesmo o gargalo. Fica uma dúvida que ainda não consegui resolver: as notas da NTT dizem como o GUEPARDO Tax recebe os códigos novos, ou isso depende só da parte padrão do SAP?

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Para quem está começando, a ordem que sobrou da conversa:

  1. Nota primeiro: dez notas de saída recentes mostram onde a classificação está vazia ou genérica.
  2. Cadastro depois: corrija material e parceiro só onde essas notas apontam, começando pelos que mais faturam.
  3. Três donos: SAP, produto fiscal e dado andam separados, cada um com checagem própria.

A base que consultamos não afirma como o GUEPARDO Tax recebe CST e cClassTrib; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Qual código vale para cada item é leitura da legislação e decisão do cliente: confirme com o tributário da empresa. Para organizar a revisão, veja como revisar os dados mestres fiscais no SAP.

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No meu dia a dia vejo duas coisas separadas. Segundo a documentação da NTT, na Análise de tributos as alíquotas e a redução de base de IBS, CBS e IS são cadastradas por NBS e por NCM, então NCM e NBS corretos no dado mestre pesam para o produto. Do lado padrão, a lista de SAP Notes da reforma cita CBS e IBS nos procedimentos de imposto.

Quanto a CST e cClassTrib, a documentação que consultamos não afirma como o GUEPARDO Tax os recebe. Confirme com a NTT ou teste no ambiente com uma nota de teste.

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Discordo de começar pelo cadastro inteiro. Minha dica, pois é, é começar pela nota: o que importa é o código chegar certo no documento. Pegue dez notas de saída recentes e veja quais campos de classificação já estão preenchidos. O cadastro só importa onde essas notas apontam para ele.

Na nota de projeto que li, são três prontidões separáveis: a do SAP, a do produto fiscal e a do dado. O cadastro é só a terceira, e revisar tudo de uma vez costuma travar o projeto.

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Comece pelo cadastro de material e de parceiro, porque é onde o código nasce. Olha, o custo é descobrir tarde, então faça assim:

  1. Liste os campos fiscais do material (NCM, origem, classificação) e do parceiro.
  2. Para cada campo, veja se está vazio, genérico ou preenchido por exceção.
  3. Comece pelos materiais que mais faturam.

Qual código novo vale para cada material é leitura da legislação feita pelo tributário da empresa, não uma decisão do cadastro.

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