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Fóruns / Documentos fiscais eletrônicos, CST, cClassTrib e cadastro

Como uma indústria com produtos de várias categorias deve classificar itens para IBS e CBS?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pergunta objetiva: uma indústria fabrica itens com tratamentos diferentes de IBS e CBS, alguns com redução e outros no regime geral. Se a classificação do item estiver errada, vem nota rejeitada e crédito perdido. Como organizar a classificação dos itens no SAP com GUEPARDO Tax? Quem decide, e o que preparar antes?


Atualização:

Dito isso, tá, a lista de NCM e NBS eu consigo tirar amanhã. O que me preocupa é o item misto. Vou levar a lista ao tributário e pedir a classe de cada família por escrito. Pergunta: vocês guardam a decisão no cadastro do material ou num documento à parte?

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A classificação é do cliente; o consultor prepara o dado e prova o comportamento. Passos:

  1. Extraia NCM e NBS de todos os itens e limpe duplicidades.
  2. Leve a lista ao tributário para decidir a classe de cada família, por escrito.
  3. Trate o item de tratamento misto com regra própria e dono.
  4. Use a simulação só para comparar famílias; ela não substitui a apuração oficial.

Classificação é decisão do cliente: confirme com o tributário da empresa. Veja NCM e classificação fiscal no SAP.

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Veja, a exceção é o item de tratamento misto, como o mesmo produto com dois destinos. Para ele, defina por escrito quem decide a classe a cada lançamento. E lembre que valores simulados são estimativas da ferramenta e não substituem a apuração oficial: use a simulação para comparar famílias de item, não para fechar o crédito. Registre cada decisão com data e dono.

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Bem, contando nos dedos, discordo de começar pela ferramenta. As prontidões são três e separáveis: SAP, produto e dado. Se o dado (NCM, classificação, regra de crédito) está sujo, nenhuma ferramenta salva. Primeiro o dado, depois o produto, depois o SAP. É julgamento de projeto, não afirmação do produto, e a ordem pode mudar conforme a empresa.

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E aí, no fim das contas: a classificação é decisão do cliente. Enquadramento, alíquota, redução e aproveitamento de crédito são dele, e o consultor prepara o dado. Segundo a documentação da NTT, a análise de tributos trabalha com alíquotas e redução de base de IBS, CBS e IS cadastradas por NBS e por NCM. Por isso a lista de NCM e NBS dos itens, limpa e sem duplicidade, é o primeiro entregável.

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E aí, pensando bem, há um segundo caminho: partir do impacto, não do cadastro. A documentação cita um relatório de impactos por produto, NCM, tipo de serviço e região, liberado para ramp up e sem data de conclusão. Ele ajuda a priorizar quais famílias de item pesam mais. O conteúdo que temos em mãos não afirma que esteja disponível na sua versão; confirme com a NTT.

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