Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas

Estou trabalhando com o módulo e estamos enfrentando um cenário de devolução que exige atenção redobrada na classificação fiscal. Fizemos os ajustes necessários no sistema, seguindo as diretrizes para a atualização dos grupos de devolução de tributos, como o grupo gALCZFMCBS, e estamos checando as validações por cClassTrib, considerando a alteração da regra UB12-10. tentamos aplicar o que vimos sobre a tributação regular, mas precisamos confirmar como isso se comporta diante de um retorno específico. Então, diga-se de passagem, estamos com dúvidas sobre qual cClassTrib devemos utilizar corretamente para esta operação de devolução.


Atualização:

Oi Maria e Cristina. Agradeço muito as contribuições detalhadas sobre os testes que fizemos. Avaliamos a aplicação do indicador de Tributação Regular e o comportamento do pIBSUF durante a baixa das notas. Então, diga-se de passagem, mesmo com o alinhamento desses pontos, ainda estamos com uma dúvida menor. Qual o impacto prático da correta manutenção dos campos de referência antiga ao processarmos um retorno por recusa total, como aquele indicado pelo tpNFCredito igual a 03?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Para finalizar este ponto sobre a classificação fiscal em devoluções, a chave reside na coerência entre o código selecionado e o tipo documental da operação. Quando se trata de um retorno parcial, especificamente aquele marcado com o código indicando recusa, a mera coincidência do campo de referência não basta. É fundamental que haja rastreabilidade completa, assegurando que o documento anterior esteja corretamente vinculado e que todos os campos auxiliares reflitam fielmente a transação original. Sugiro que, ao lidar com tais situações, revisitemos o fluxo completo de lançamento, garantindo que a integração do campo que aponta o documento fiscal anterior esteja perfeitamente sincronizada durante o processo de conciliação. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Maria, embora você corretamente mencione a importância da validação do cClassTrib junto ao tipo da nota, acredito que seria útil detalhar como chegamos àquela conclusão. A nossa implementação recente envolveu a atualização dos grupos de devolução de tributos e a criação de novos campos para maior aderência ao fluxo documental. Especificamente, estamos considerando a influência da tag refDFeAnt na operação.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Acho que talvez precisemos refinar um aspecto da sua análise sobre o indicador de Tributação Regular. Pra constar, embora o cenário de devolução seja complexo, a aplicação da regra sobre o pIBSUF sendo igual a zero só se aplica quando o cClassTrib possui este indicador. As exceções que você citou, como o tpNFCredito sendo 04 ou 06, embora importantes, não anulam completamente a necessidade de checar o alinhamento dos demais dados ao aplicar a validação UB22-10.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Para o cenário de devolução, deve-se observar a validação por cClassTrib em conjunto com o tipo da nota de débito e crédito. No fechamento do mês passado, passamos por uma situação semelhante, e a correta utilização do grupo gDevTrib tornou-se crucial. Se o cClassTrib indicar Tributação Regular, o pIBSUF deve ser zero, a menos que se enquadre nas exceções específicas que mencionam tpNFCredito igual a 04 ou a finalidade de devolução for atendida. Agora, no meu dia a dia, essa atenção ao detalhe faz diferença no encerramento.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Leandro Lima: Complementando o que você mencionou, Maria. Quando estamos tratando de devolução, a concordância entre o cClassTrib e o tipo de nota precisa ser impecável. Além disso, se considerarmos um retorno por recusa parcial, como aquele mapeado com tpNFCredito igual a 06, precisamos garantir que todos os campos auxiliares estejam perfeitamente alinhados com o que foi acordado. Bem, o segredo é verificar se a informação passada no campo refDFeAnt está atualizada junto com a criação do campo para Inscrição Suframa do Emitente, seguindo o fluxo que vimos.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Documentos fiscais eletrônicos, CST, cClassTrib e cadastro.

Ver todas do fórum