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6 Respostas

Quando faço transferência entre filiais no ECC, a nota sai com CST de IBS e CBS preenchido, mas o campo cclasstrib fica vazio mesmo com o material já classificado no cadastro. Testei alguns materiais com alíquotas diferentes e o resultado foi o mesmo, sem nenhuma mudança na apuração do lançamento. Olha, só um detalhe: o log só reclama quando o centro de custo associado está em branco, e aqui ele está preenchido. Qual é o caminho correto para informar o cclasstrib nessa transferência entre filiais, sem ajuste manual na nota?


Atualização:

Concordo em parte, Renata, o cadastro ajuda, mas discordo que seja só isso, porque revisei as duas filiais e o campo continuou vazio. Obrigado pelo retorno. Olha, só um detalhe: a transferência funcionou quando troquei o tipo de material, então pode ser a regra de faturamento. Você já viu o IBS e a CBS falharem assim em outra filial?

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O resultado que importa é que a transferência entre filiais só fecha bem quando a tributação de cada material está definida antes do faturamento, e não depois. O risco está no ajuste manual, que cria estornos fora da rotina e depende de conferência item a item. A recomendação prática é escolher um caso específico, rodar a transferência em uma filial piloto, conferir o CST do IBS e o da CBS nas duas pontas e só então liberar as demais. A escolha do código continua sendo decisão do contribuinte, com a orientação do fiscal. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Vou no Fernando. Agora, colocando no papel, o ponto que falta é o efeito nos débitos da nota eletrônica de transferência: quando o CST do IBS e o da CBS vêm em branco, o cálculo sai zerado para a filial de destino, e a conciliação só percebe no fechamento do mês seguinte. Por isso sugiro conferir a primeira nota eletrônica de cada filial antes de escalar a rotina. Assim o erro aparece cedo, quando ainda é barato corrigir.

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Valter, respondo sua dúvida sobre o campo com o que a nossa equipe faz. Mantemos uma tabela de apoio com diversos materiais e o CST que cada um usa, e a equipe fiscal divulga a tabela sempre que muda. A tela de transferência só consulta essa tabela, então ninguém digita o código. Bem, de longe a solução parece burocrática, mas evita a nota com campo vazio. Vale quando há muitas filiais com regras parecidas. Quando a rotina é pontual, cadastrar item a item resolve sem tabela.

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O risco que eu já vi é dar o campo por resolvido só porque o CST aparece na tela. A descrição do material é o que o sistema usa para sugerir a tributação, e quando ela não bate com a regra da filial de destino o campo fica vazio sem aviso. Discordo de testar só pela nota, porque a simulação costuma estar disponível antes de o cadastro estar pronto. Usar o dispositivo de simulação antes de faturar é mais seguro. O ganho é, viu, pegar isso antes da nota sair.

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Renata, uma dúvida curta. Agora, puxando o fio, quem faz a codificação do material antes da nota? No meu caso, a regra de transferência entre filiais precisa estar parametrizada antes, conforme o tipo de material, senão o CST sai certo mas o restante fica sem efeito. Ponto novo e útil: o IBS e a CBS dependem do mesmo cadastro, então vale testar uma transferência só, com um material de cada grupo fiscal, antes de liberar a rotina para as demais filiais. Isso evita retrabalho na geração das notas.

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Na minha rotina de FI, a transferência entre filiais só sai com o campo de classificação preenchido quando o cenário fiscal do item já está cadastrado com o CST do IBS e o da CBS. Caso contrário, o campo costuma vir em branco. O número é, pois é, o mesmo problema que você descreve aparece sempre que o cadastro fiscal da filial de origem e o da filial de destino não foram revisados juntos. Antes de testar de novo, confira o cadastro das duas filiais e o CST do IBS e da CBS na transferência, depois refaça a nota.

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