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8 Respostas

Pessoal, um caso me travou. Bem, o chato é que o item de tributação monofásica sai no XML com o campo adremibs vazio, mesmo com a regra cadastrada. Testei em homologação, no SAP com GUEPARDO Tax, trocando a classificação do item e reprocessando a nota, e nada mudou. Também conferi o adremibsreten na nota de retenção e a alíquota não veio. Alguém já passou por isso com CST de IBS e CBS nesse cenário? Como vocês fazem para o adremibs sair certo?


Atualização:

Na minha rotina, o caso de tributação monofásica aparece toda vez que cadastro um item novo na linha química. Bem, o chato é que testei a troca da classe e o campo continuou vazio até reiniciar o reprocessamento. Obrigado pela ajuda, Helena. Vocês reiniciam o job ou basta reprocessar a nota depois de mexer no cadastro?


Atualização:

Concordo com o Luiz em parte, a conferência do campo antes da nota é necessária. Bem, o chato é que no meu caso o campo some só depois da troca de regra no cadastro, não na nota de saída. Vou testar o cadastro antigo e conto o resultado. Você já viu a mesma falha em nota de entrada?

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Quando o item cair na regra monofásica, o caminho mais seguro é fechar o cadastro antes de qualquer nota sair. Confira o valor recolhido pelo contribuinte na mesma base que alimenta o campo, e não pela quantidade bruta, para evitar diferença de arredondamento. Depois que o cadastro estiver validado, rode uma nota de teste por classe e confira o qbcmonoreten contra a planilha de conferência. Guarde a versão aprovada com a justificativa da decisão, porque a tese é do cliente e não do time de implantação. Assim a equipe evita retrabalho na apuração e mantém a trilha de quem decidiu o quê. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O resultado que importa: o preenchimento do campo tem que bater com o produto cadastrado, senão a base sai errada na apuração. Letícia Costa, você tem razão no ponto da base, então, o cuidado é conferir o campo antes da nota sair. Em varejo a gente vê isso quando o cadastro muda no meio do mês. Recomendo checar o resultado num relatório de conferência antes de liberar o lote.

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Eliane, eu não colocaria a regra no código, e sim numa tabela de parâmetros com vigência. Olhando o número, viu, a multiplicação do valor pela unidade de medida já mostra se a regra foi aplicada. Quando a obrigatoriedade muda, basta criar uma nova linha com a data de início, sem mexer no programa. Essa forma vale quando a equipe é pequena e precisa de rastreio. Para o caso municipal, a tabela também ajuda a separar a regra por local.

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Discordo com educação. Em resumo, usar só o paliqmonouf como base é arriscado para quem tem tributação em dois níveis. Observação importante: o paliqmonomun precisa entrar na mesma conta, do contrário o total de IBS fica torto. Testei com um item de mineração e a diferença apareceu só no último centavo. Vale checar com o contador antes de fechar.

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O risco é tratar todo item monofásico do mesmo jeito, e isso costuma gerar erro de cálculo. Pensando bem, pois é, eu discordo de tratar a legislação como um ajuste do ERP, porque quem define a regra é a norma, não a equipe. Acho que o ajuste deve ficar numa tabela de parâmetros, com a justificativa do responsável registrada. No nosso log, o resultado foi o mesmo nas duas versões.

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Paulo Rodrigues, o gmonoret chega vazio? Sem pressa, pois é, eu olharia o imposto retido antes de mexer no item. O gmonoreten costuma vir em sequência, então um deles fica sem valor quando a nota chega de fora. Vale testar com uma nota de saída e outra de entrada para ver qual grupo o sistema preenche.

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Se o item for de tributação monofásica, eu seguiria outro caminho: mantenho uma tabela de descrição da mercadoria e deixo a chave fiscal buscar a regra por ali. Bem, em resumo, isso funciona quando a equipe é pequena e não quer mexer no cadastro. Quando o volume cresce, a conta pesa, e a integração eletrônica dos dados de entrada passa a ser a saída mais limpa. Em todo caso, a regra precisa seguir o que o contribuinte decidiu, não o que o time acha melhor.

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O resultado que importa é que o campo sai certo quando a regra está no cclasstrib, e não quando alguém mexe no cadastro. A regra fica condicionada à tabela de classes, então o cadastro sozinho não resolve. Voltando ao ponto, viu, eu confiro primeiro o cclasstrib da operação, depois o cadastro do material, e só então reprocesso a nota. Testei assim em homologação e o campo voltou a sair certo.

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