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Fóruns / Documentos fiscais eletrônicos no SAP: NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e, NFTS e entrada

Como o SAP deve tratar CT-e e MDF-e com IBS e CBS no transporte de cargas?

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Contexto rápido primeiro. Somos embarcador e a transportadora que contratamos emite o CT-e e o MDF-e; nós recebemos e escrituramos. Acompanho o assunto desde a implantação, migrando de outro ERP para o SAP, e a dúvida de hoje é como o SAP deve tratar CT-e e MDF-e com IBS e CBS no transporte de cargas. Voltando ao ponto, tá: quem preenche o quê, o embarcador ou a transportadora? E o que o SAP precisa ter para receber esses documentos?


Atualização:

Obrigada. Então a ordem é conferir o fluxo de entrada do CT-e e depois as NTGs. Aqui o CT-e chega por webservice, mas não sei se as NTGs de CT-e e MDF-e estão aplicadas. Onde consulto isso, no monitor ou com a NTT?

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Para a segunda-feira, três frentes:

  1. Fluxo de entrada. Acompanhe um CT-e de teste do monitor até a MIRO e veja se fica registrado o vínculo com a nota do embarcador. É nesse ponto que um dado de CBS e IBS pode deixar de conciliar.
  2. Versão. Existem notas técnicas de adequação para CT-e e MDF-e na lista da NTT, sem descrição do que alteram. Pergunte qual está ativa no seu ambiente e registre a resposta.
  3. Divisão de responsabilidade. A repartição de campos entre transportadora e embarcador vem da norma vigente, que não foi consultada aqui. Anote a dúvida e a data da confirmação.

Leia também CT-e e MDF-e no SAP. Como a regra é lida cabe à empresa: confirme com o tributário da empresa.

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Sei que deve ser básico, porém ajudo com a escrituração. O ponto é que, pois é, a documentação da NTT descreve o monitoramento de NF-e pela transação J1BNFE, mas o monitor de CT-e e MDF-e não está coberto no que consultamos. Para confirmar o que está aplicado:

  1. Peça à NTT a lista de NTGs do e-Invoicing da sua versão.
  2. Compare com a lista de CT-e e MDF-e acima.
  3. Registre o que falta.
  4. Teste um CT-e e um MDF-e em qualidade.
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Resposta curta: quem preenche o quê entre transportadora e embarcador é regra do documento fiscal e da nota técnica vigente, que não consultei aqui; confirme na norma e com o tributário. A documentação da NTT afirma que há NTGs do e-Invoicing para a reforma: CT-e inbound (1477 e 1544, esta com split payment) e MDF-e outbound (1495). Vale registrar:

  1. Confirme se essas NTGs estão aplicadas na sua versão.
  2. Peça à NTT o escopo de cada uma, porque o conteúdo não está no que consultamos.
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Olá, comunidade. Discordo de começar pelas NTGs. Olha só, né: antes de saber quem preenche o quê, confirme o fluxo de recebimento. A documentação da NTT sobre o e-Invoicing diz que a entrada de CT-e passa pelo monitor inbound do add-on, e o processo de compra sugerido é pedido da NF-e e MIRO. Minha hipótese: se o CT-e não está ligado à nota do embarcador, o dado de CBS e IBS pode chegar e mesmo assim não fechar com a escrituração. Teste com um CT-e real em qualidade.

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