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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como a auditoria interna pode testar o controle de apuração baseado no GUEPARDO Tax?

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Pano de fundo: a auditoria interna da nossa empresa vai testar os controles da apuração fiscal e a diretoria me pediu um desenho do que olhar. Sou desenvolvedor ABAP e passei por situação parecida no fechamento do mês passado, quando a diferença só apareceu depois.

O fluxo é documento, apuração, guia e contabilidade, tudo com GUEPARDO Tax. Quais são os controles-chave dessa cadeia e como cada um se testa? E aí, no fim das contas, o que o auditor leva como evidência?


Atualização:

Ótimo, ficou um desenho. Vou propor ao auditor três controles: apuração oficial identificada, segregação de quem apura, aprova e lança a guia, e lista de exceções (lançamento manual na conta de imposto e ajustes). Para a evidência, tela, relatório e data de cada um. Pergunta: o teste de regressão com período já fechado serve como evidência, ou o auditor vai exigir o fechamento real?

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Para a segunda-feira, o desenho que a conversa montou:

  1. Apuração oficial: lista das apurações do período, com a oficial marcada.
  2. Segregação: quem apura, quem aprova e quem lança a guia, com perfil de acesso conferido.
  3. Exceções: lançamento manual na conta de imposto e ajustes fora do conjunto comparado, por tributo e período.
  4. Validação: primeiro fechamento real conferido pelo tributário da empresa, com data e responsável.

O material que temos não traz uma lista oficial de controles-chave da NTT para auditoria. Confirme com a NTT ou teste no ambiente. Detalhes do cruzamento em conciliação fiscal e contábil no SAP.

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Vou direto à dúvida do Samuel e discordo de aceitar só regressão com período fechado. O teste é, pois é, o primeiro fechamento real depois de qualquer mudança, e a regressão com evidência de períodos fechados é um complemento, não o substituto. Também não confunda o teste técnico da consultoria com validação: quem valida é o cliente, e o teste técnico não prova que a apuração do mês está certa. O auditor deveria ver a assinatura de quem do tributário conferiu o resultado.

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Talvez seja bobagem, mas eu testaria por exceção em vez de por amostra de documentos. Em vez de puxar 30 notas e seguir cada uma, peça a lista do que fugiu do caminho normal: lançamento manual direto na conta de imposto e ajuste que existe na apuração mas fica fora do conjunto comparado. Foram as causas de diferença entre fiscal e contábil que mais se repetem nos materiais que li. E olha que a conferência só no total esconde diferença entre competências, então peça o resultado por tributo e por período.

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O teste de auditoria deve seguir a cadeia inteira, documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade, porque o arquivo passar no validador oficial não prova que o imposto apurado é o escriturado e o pago. Pergunta objetiva: qual apuração é a oficial? No módulo de PIS e COFINS a documentação permite várias apurações para o mesmo período e empresa, e só uma é a oficial. Bem, puxando o fio, o primeiro controle é esse: lista de apurações do período, com a oficial identificada e o motivo das demais. Sou consultora SD, não do fiscal, então peço desculpa se for básico.

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Montando o contexto para completar a Nádia: o segundo controle é quem faz o quê. Veja, em outras palavras, a mesma pessoa não deveria apurar, aprovar e lançar a guia, e em projetos desse tipo quase ninguém verifica isso, porque perfil de acesso costuma ser tratado como assunto de TI. Para a trilha, a documentação do módulo de PIS e COFINS cita histórico de modificação, e a documentação da integração contábil e fiscal cita o Relatório de Rota de Aprovação (/FHG/RP001), disponível a partir da versão 129. Confira se existe na sua versão antes de prometer ao auditor. Sou consultor SD, não do fiscal.

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