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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como organizar a memória de cálculo do fiscal para suportar defesa administrativa no SAP?

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Pergunta objetiva: a empresa precisa reconstruir o cálculo de um período antigo para uma defesa administrativa, e o gestor quer estruturar a memória de cálculo desde já. Eu acabei de assumir a área, vindo de e-commerce, e vi que a memória hoje vive em planilhas de quem já saiu.

Veja, pra não esquecer, o prazo da defesa não espera. Como estruturar a memória no SAP para que alguém de fora consiga seguir o caminho do documento até o número do mês?


Atualização:

Obrigado. Vou montar a pasta por período com os cinco elos, incluir a conciliação mensal e começar pelos períodos mais recentes.

Uma dúvida de quem está chegando: quando o elo está só na cabeça de quem saiu, como registro isso sem inventar o que ninguém mais sabe?

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Resumindo a conversa, a memória de cálculo que sustenta uma defesa tem quatro partes.

  1. Cadeia por período: documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade, cada elo com origem e data.
  2. Conciliação mensal: apuração contra conta contábil, com cada diferença explicada.
  3. Captura no fechamento: a evidência é guardada todo mês, não só quando a defesa chega.
  4. Lacuna registrada: elo que só existia na memória de quem saiu entra como lacuna, com data e com quem foi consultado. Não reconstrua de memória.

A tese da defesa e o período de guarda são decisões da empresa: confirme com o tributário da empresa e com o jurídico. O desenho da conciliação está em conciliação fiscal e contábil no SAP.

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Vamos ao que interessa: discordo de montar tudo depois. E aí, o pulo do gato é capturar a evidência no fechamento de cada mês, não quando a defesa chega. O material que temos descreve apuração em planilha e memória de cálculo sem trilha ligada à contabilidade como fonte de dependência de pessoas, retrabalho e dificuldade na auditoria.

Se o período já passou, comece pelos mais recentes e anote o que não dá mais para reconstruir.

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Direto: falta amarrar com a contabilidade. E aí, a questão é que o material que temos descreve que fiscal e contábil não fecham no mesmo valor todo mês, e que a área gasta dias em planilha para explicar a diferença.

Para defesa, a diferença explicada vale mais que a diferença zerada. Inclua na memória a conciliação mensal entre apuração e conta contábil, com a explicação de cada diferença e o documento que a causou.

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Antes da pergunta, o contexto: memória de cálculo boa é uma cadeia. Para ICMS-ST e DIFAL, o material que temos descreve a prova como documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade, e diz que o validador oficial aceitar não é prova.

E aí, um palpite: para cada período, uma pasta com os cinco elos, cada um com origem identificável no SAP e data de geração. Se um elo depende de planilha, a planilha entra na pasta, com o nome de quem a montou. A documentação do produto que temos não afirma qual relatório do GUEPARDO Tax gera cada elo: confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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