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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como responder a uma intimação com dados que vieram do GUEPARDO Tax e do SAP?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Recebemos uma intimação pedindo o detalhamento da apuração de um período. Os números estão no GUEPARDO Tax e o documento de origem está no SAP.

Quero organizar a extração e a evidência dos dois lados para responder sem interpretar tese, porque quem decide a posição é o tributário. Agora, seja como for, o prazo corre. Como vocês estruturam o pacote para o dado ser rastreável do documento até o valor apurado?


Atualização:

Concordo com a Juliana: o pacote vai primeiro para o tributário. Vou montar a tabela de quatro camadas e a página de limitações. Uma dúvida: o período da intimação passou por uma troca de versão do produto. Como mostro que o dado do período antigo não mudou com a atualização?

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Entregue ao tributário um pacote de quatro camadas, com extração congelada e página de limitações; quem decide o que sai para o órgão é a empresa.

  1. Camadas: documento, apuração, ajuste e guia, contabilidade, uma linha por valor.
  2. Extração congelada: data, parâmetros, quem rodou, arquivo.
  3. Limitações: o que não foi extraído nem conferido.

Sobre a troca de versão: o material que temos não afirma como o produto trata períodos antigos depois de atualização. Reprocesse um período fechado antes e depois e compare valor a valor; a regressão com períodos fechados é o método descrito para atualização. Veja conciliação fiscal e contábil no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de enviar.

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Discordo de entregar o pacote direto ao órgão. Por precaução, viu: passe antes pelo tributário e pelo jurídico. O dado é nosso, mas o recorte do que se entrega e como se apresenta é decisão da empresa, e um número mostrado sem contexto pode ser lido como posição.

Do lado técnico, entregue o pacote ao tributário com uma página de limitações: o que foi extraído, o que o sistema não cobre e o que não foi conferido.

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A ideia é, viu, monte um pacote com quatro camadas, nesta ordem: documento fiscal no SAP, apuração do período, ajustes e guia, lançamento contábil. É a cadeia que um material de projeto descreve para ICMS-ST e DIFAL e serve de roteiro para outros tributos.

Para cada valor pedido, uma linha: documento, valor apurado, ajuste, guia e conta contábil. Sem texto de interpretação no pacote, só dado e a origem de cada número.

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Veja, conforme o combinado, congele a extração antes de começar: data e hora, parâmetros, quem rodou e o arquivo gerado. Rodar de novo semanas depois pode dar número diferente e você perde a prova.

Segundo a documentação da NTT, o histórico de modificação existe na apuração de PIS e COFINS. Para os outros tributos o material que temos não afirma isso; confirme com a NTT ou teste no ambiente antes de contar com ele.

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