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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Quais lacunas de controle a auditoria mais aponta em motores fiscais?

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Olá, time. Vou levar ao comitê uma pergunta sobre o motor fiscal do nosso S/4HANA 1909 e preciso de algo que a diretoria consiga usar:

  1. Que lacunas de controle costumam aparecer quando a auditoria olha um motor fiscal?
  2. Quais dá para prevenir antes da próxima visita?
  3. O que eu peço ao time na segunda-feira?

Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado, quando uma diferença entre apuração e contabilidade levou dias para ser explicada. Olha, pensando bem, a terceira pergunta é a que mais pesa. Não tenho estatística de auditoria e não quero inventar uma.


Atualização:

Obrigado, pessoal. Pedi ao time um mês fechado para comparar e a primeira resposta veio rápida: a diferença existe, e a explicação estava numa planilha de uma pessoa só. Fica a pergunta de seguimento: para a diretoria, vale começar pelo controle de acesso ou pela conciliação do mês?

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A resposta curta: o material que temos não traz estatística do que a auditoria aponta mais, então a conversa ficou no que dá para provar e prevenir. Para levar ao comitê:

  1. Conciliação: fiscal e contábil explicados por escrito, a partir de um mês já fechado.
  2. Prova do arquivo: o validador aceitar não prova que o imposto apurado é o escriturado e o pago.
  3. Extensões próprias: inventário com dono e objetivo.
  4. Acesso: hipótese a testar, com confiança baixa nas fontes que lemos.

Na segunda-feira, peça o mês fechado de comparação. Mais sobre o tema em conciliação fiscal e contábil no SAP.

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Como estamos hoje: discordo em um ponto, a ordem.

  1. A síntese que a Bianca e o Eduardo usaram marca o acesso com confiança baixa.
  2. A conciliação do mês, com diferença explicada, tem sustentação melhor: fiscal e contábil não fecham no mesmo valor todo mês.
  3. Pedir primeiro o que tem prova.

Olha, na prática, eu começo pela conciliação e deixo o acesso como segunda frente, tratado como hipótese.

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Oi, gente. Aqui a gente fez de outro jeito: em vez de só uma lista de perguntas, escolhemos um mês já fechado e refizemos a comparação inteira, nota, apuração, guia e razão, como se fosse a auditoria chegando. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado e foi esse exercício que mostrou onde faltava prova. E, como bem lembrou, pois é, o primeiro fechamento é o teste que conta. Dá mais trabalho que checklist, mas entrega ao diretor um documento com data. É prática nossa, não regra de auditoria.

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Não tenho estatística de auditoria, então não vou afirmar quais lacunas são as mais apontadas. O que posso contar é o padrão das sínteses de projeto que li, que é julgamento de consultoria e não medição.

Primeiro o cenário: acompanho o assunto desde a implantação do outro ERP migrando para SAP, e duas lacunas se repetem. Uma é o arquivo que passa no validador sem ninguém provar que o imposto apurado é o escriturado e o pago. A outra é apuração em planilha, sem trilha ligada à contabilidade. Num log de conciliação isso aparece assim, olhando o log, tá:

apuração 09/2026 finalizada, diferença contábil em aberto

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Só completando a Bianca, porque o fechamento aperta e a diretoria precisa de algo que cabe numa página. Trabalho há 30 anos com fiscal e hoje estou no RISE with SAP. Eu transformaria o que ela disse em três perguntas ao time e, e aí, como se diz, em evidência:

  1. Quem apura, quem aprova e quem lança a guia: são pessoas diferentes?
  2. Existe extensão própria em torno do fiscal, com dono e inventário?
  3. A diferença do mês entre fiscal e contábil foi explicada por escrito?

Nas notas de projeto que li, o ponto de acesso aparece com confiança baixa e a extensão própria aparece como a parte que mais quebra na atualização. Trate como hipótese a testar, não como achado.

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