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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como escolher entre sustentação fiscal interna e AMS Fiscal para o GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Antes da pergunta, o contexto. Sou contadora numa empresa de alimentos, passei por situação parecida no fechamento do mês passado, quando uma pessoa saiu de férias e a apuração parou dois dias. Agora o CFO me pediu uma recomendação: manter toda a sustentação do GUEPARDO Tax dentro da casa ou contratar um AMS Fiscal.

Minha opinião é que falta critério, só tenho preferência. Que perguntas o CFO deveria responder para decidir, olhando risco, auditoria e continuidade do fechamento?


Atualização:

Obrigada, ajudou muito. Vou levar ao CFO as três perguntas da Adriana, os três critérios do Daniel e o inventário de extensões da Yara, e propor o desenho dividido da Letícia. Fico com uma dúvida de seguimento: como mostrar para a diretoria que o risco de pessoa-chave existe hoje, sem parecer alarmismo?


Atualização:

Uma segunda pergunta, agora de processo: se o CFO optar pelo modelo dividido, quem na empresa assume o papel de dono da relação com o prestador e com a NTT? Aqui hoje essa função não é de ninguém, e imagino que isso apareça como risco na primeira auditoria depois da troca.

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Para levar ao CFO, a conversa deixou este roteiro:

  1. Risco: liste quem domina o ambiente fiscal e o que para se essa pessoa sair. É o argumento mais simples para a diretoria.
  2. Critérios de qualquer modelo: causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório de recorrência.
  3. Pré-requisito: inventário vivo das extensões, com dono.
  4. Divisão de papéis: decisão e validação ficam com a empresa, e a correção de defeito do produto fica com a NTT.

O material que temos não traz comparação de resultado entre os modelos nem números de volume ou prazo. Confirme com a NTT o que ela cobre. Para estruturar a escolha, veja como escolher a sustentação fiscal no SAP.

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Começo pelo básico do projeto: discordo de tratar como escolha entre dois lados. Em resumo, parte da sustentação não se terceiriza. A decisão tributária é do cliente, e quem valida o resultado do mês também é o cliente, porque o teste técnico de um prestador não prova que a apuração está certa. O desenho que faz sentido costuma ser dividido: a empresa fica com decisão, validação e dono de cada regra, e o prestador com a investigação e a rotina técnica. A correção de defeito do produto continua sendo da NTT nos dois casos.

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Desculpem se for básico, sou auditor interno. Olha, no meu projeto, quando fomos avaliar prestador, usamos três critérios que a documentação de curso também lista: causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico com recorrência. Um alerta: nível de serviço medido só em tempo de resposta engana, porque o chamado fechado depressa pode voltar na semana seguinte. Para a auditoria, o que interessa é a recorrência caindo ao longo do tempo, e isso só aparece se o relatório mostrar causa e não só fila.

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Oi, pessoal do fiscal. Acompanho o ECC 6.0 desde a implantação e o fato é que, pois é, o item que mais pesa na troca de modelo são as extensões Z em torno do fiscal:

  1. Elas são a parte que mais quebra na atualização.
  2. Antes de decidir, peça um inventário vivo, com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto.
  3. Sem esse inventário, nem equipe interna nem prestador novo consegue assumir sem risco.
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A decisão se resolve em três perguntas: quem domina hoje o ambiente fiscal, o que acontece se essa pessoa sair e como a atualização de versão será tratada. Direto ao ponto: o pior cenário que aparece nos materiais de projeto é a sustentação em que os chamados repetem a mesma causa e ninguém domina o ambiente fiscal. Agora, meu alerta, é que isso vale tanto para equipe interna quanto para prestador. Se a resposta às três for um nome só, você tem risco de pessoa-chave, e isso o CFO entende sem número.

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