Antes da pergunta, o contexto. Sou contadora numa empresa de alimentos, passei por situação parecida no fechamento do mês passado, quando uma pessoa saiu de férias e a apuração parou dois dias. Agora o CFO me pediu uma recomendação: manter toda a sustentação do GUEPARDO Tax dentro da casa ou contratar um AMS Fiscal.
Minha opinião é que falta critério, só tenho preferência. Que perguntas o CFO deveria responder para decidir, olhando risco, auditoria e continuidade do fechamento?
Atualização:
Obrigada, ajudou muito. Vou levar ao CFO as três perguntas da Adriana, os três critérios do Daniel e o inventário de extensões da Yara, e propor o desenho dividido da Letícia. Fico com uma dúvida de seguimento: como mostrar para a diretoria que o risco de pessoa-chave existe hoje, sem parecer alarmismo?
Atualização:
Uma segunda pergunta, agora de processo: se o CFO optar pelo modelo dividido, quem na empresa assume o papel de dono da relação com o prestador e com a NTT? Aqui hoje essa função não é de ninguém, e imagino que isso apareça como risco na primeira auditoria depois da troca.