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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Como medir se o AMS Fiscal está entregando valor para a operação do GUEPARDO Tax?

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Oi, gente. Faz seis meses que contratamos o AMS Fiscal para o GUEPARDO Tax e, na hora de avaliar, só tenho a lista de chamados fechados. Trabalho há 15 anos com fiscal e hoje estamos migrando de outro ERP para o SAP, então a régua antiga não serve.

Vamos lá, viu, a pergunta é esta: que três ou quatro números ou evidências eu peço ao fornecedor para saber se o suporte melhora a operação ou só atende chamado? Não quero medir pelo que é fácil de contar.


Atualização:

Obrigado a todos. Montei as três colunas e já vi que alguns chamados voltam. A pergunta que fica: quantos chamados repetidos eu devo aceitar antes de considerar que o problema é o suporte, e não o ambiente?

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A resposta curta: meça recorrência, causa raiz e passagem de conhecimento, não a quantidade de chamados fechados. O material que temos não afirma um número aceitável de repetições; esse limite você define com o fornecedor, por escrito.

  1. Recorrência: chamados que voltam pela mesma causa, por mês.
  2. Causa raiz: quantos tiveram causa demonstrada, e não só contorno.
  3. Escopo: o que o contrato cobre, conferido atendimento por atendimento.
  4. Conhecimento: um colega reproduz o atendimento só lendo a documentação.

Na segunda-feira, peça os quatro itens do último trimestre. Mais critérios em como escolher sustentação fiscal no SAP.

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Minha ressalva, viu, ao Ricardo: percepção do fechamento mistura tudo, inclusive falha de dado mestre que o suporte nem pode corrigir. A documentação da NTT que li diz que a manutenção da licença e a correção de defeitos do produto são da NTT, e o AMS Fiscal é outro papel.

Então eu separaria a pergunta em duas: o que era do AMS Fiscal e foi entregue, e o que dependia da NTT, do dado ou da área. Só a primeira mede o fornecedor.

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Digamos assim, tá, que falta um quarto ponto: passagem de conhecimento. Se o fornecedor sair amanhã, quem sabe como cada customização funciona? O material que leio trata isso como risco recorrente: mudança de fornecedor sem passagem de conhecimento das customizações.

Teste simples: peça a documentação de um atendimento qualquer do último mês e veja se um colega seu, que não participou, consegue reproduzir a correção lendo só o documento. Se não consegue, a documentação não existe na prática.

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Pensando bem, viu, eu olharia pelo lado contábil: a diferença que o fiscal explica no fechamento diminuiu, ou continua do mesmo tamanho? Se o suporte está bom, os assuntos repetidos na reunião de fechamento deveriam acabar.

Isso não é indicador de contrato, é o que eu observo como contador. Tem a vantagem de não depender do relatório do fornecedor. Tem a desvantagem de ser percepção, então anote mês a mês, por escrito, para não virar impressão.

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Olha, aqui por perto o que ajudou foi tratar o escopo como parte da medição. Acompanho o assunto desde a implantação e vi muita decepção por ninguém ter definido o limite entre sustentação e projeto.

Peça ao fornecedor a lista do que o contrato cobre: incidentes, causa raiz quando houve contorno, melhoria dentro de limites, análise de impacto de atualização de versão e documentação de cada atendimento. Depois confira, atendimento por atendimento, se cada item foi entregue. É conferência simples e deixa claro o que é falta de entrega e o que é pedido fora do escopo.

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Primeiro o que dá para pedir, com base no que li sobre o tema: relatório periódico que mostre recorrência, ou seja, quantos chamados voltaram pela mesma causa. Chamado fechado que reabre três meses depois pela mesma razão não é valor.

  1. Chamados por causa raiz, não por assunto.
  2. Quantos tiveram causa raiz demonstrada, e não só contorno.
  3. Quanto do tempo dependeu de terceiros.

Na sustentação, tá, é o item 1 que mais separa quem entrega de quem só atende.

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