Pular para o conteúdo

Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

O que normalmente cabe no AMS Fiscal para quem usa o GUEPARDO Tax?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas
0 Visualizações

Dúvida pontual: estamos montando o escopo do suporte fiscal do nosso ambiente, S/4HANA 2023 com GUEPARDO Tax. Quero separar três coisas no contrato: o que é rotina, o que é mudança e o que é consultoria.

Hoje tudo entra como chamado e ninguém sabe dizer onde termina o suporte e começa o projeto. O que costuma caber no AMS Fiscal e o que costuma ficar de fora?


Atualização:

Ajudou muito. Agora, no fechamento, o que mais dói é justamente o chamado que volta com a mesma causa.

Vou montar uma tabela com três colunas: rotina, mudança e consultoria, e classificar os últimos chamados nela. Faz sentido medir também quantos chamados repetem a causa, e não só o tempo de resposta?

Avatar
Cancelar

Resumindo: o AMS Fiscal cobre incidente, causa raiz, melhoria dentro de limite, análise de impacto de atualização e ponte com o canal da NTT. A correção de defeito do produto continua com a NTT.

  1. Escreva o fora do escopo (treinamento de processo padrão, projeto novo).
  2. Liste as dependências do cliente.
  3. Meça recorrência de causa, não só tempo de resposta.

Veja mais em como escolher a sustentação fiscal no SAP. O limite de cada item é decisão contratual de vocês.

Avatar
Cancelar

Faz, sim, e eu acrescentaria as dependências. A gente costuma, né, esquecer de escrever o que o cliente precisa entregar: acesso individual aos ambientes, ferramenta de chamados, o contrato do cliente com a NTT para o produto e um ambiente de qualidade.

Sem isso o prazo do prestador não se sustenta. E sobre o indicador: tempo de resposta sozinho engana.

Avatar
Cancelar

Discordo de jogar tudo no mesmo contrato. Então, na última auditoria, o que pesou foi o que ficou escrito como fora do escopo.

Dois pontos para deixar explícitos: treinamento de processo padrão do produto fica fora, só se transfere o que foi customizado; e indicador de atendimento precisa separar o que depende de terceiros, senão o prestador responde por atraso que não é dele.

Avatar
Cancelar

Costuma caber o que mantém a apuração de pé e o que explica por que ela falhou.

O fato é que os escopos que vi listam incidentes, causa raiz quando houve contorno, melhoria dentro de limite combinado, análise de impacto de atualização de versão e abertura de chamado no canal oficial da NTT quando a evidência aponta para o produto. A manutenção da licença e a correção de defeito do produto são da NTT, não do contrato de sustentação.

Avatar
Cancelar

Pelo lado técnico, acrescento as extensões próprias. Em linhas gerais, tá, é aí que o contrato costuma ficar nebuloso. Extensão Z em volta do fiscal é a parte que mais quebra na atualização, e ninguém sabe dizer qual existe, quem escreveu e o que ela assume do produto.

Eu colocaria no escopo um inventário vivo, com dono e objetivo de cada extensão, e a análise de impacto antes de cada atualização.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!