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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Qual o risco de ficar sem suporte fiscal especializado para o GUEPARDO Tax?

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Objetivamente: a empresa cancelou o suporte fiscal especializado do GUEPARDO Tax para reduzir despesa, e o diretor financeiro me pediu uma resposta curta antes da próxima entrega. Ele quer três coisas: qual o risco para o caixa, qual o risco numa auditoria e se o cancelamento deve ser revisto.

Tenho doze anos de fiscal e ainda estou migrando de função, então quero ouvir quem já decidiu isso. Para ele, o prazo é, ó, a próxima entrega, e quero chegar antes disso. Que risco é real, e que risco é só medo?


Atualização:

Obrigado, pessoal. Vou levar ao diretor três pontos: o cancelamento não é erro automático, o risco real é atualização e extensões sem dono, e a validação continua sendo nossa. Faltou uma coisa: quem do lado do cliente assina a validação de uma atualização, o fiscal ou a TI? Aqui ninguém sabe dizer.

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Resumindo para o diretor:

  1. O risco real não é o cancelamento em si, e sim ficar sem dono para atualização, extensões próprias e fechamento.
  2. Antes de decidir, meça: quantos chamados repetem a mesma causa, quantas extensões próprias existem e quem responde por cada uma.
  3. Mantenha o mínimo internamente: inventário de extensões, janela depois das entregas do mês e regressão contra períodos fechados.
  4. A validação da apuração é do cliente, seja com ou sem consultoria.

O material que temos não traz nível de serviço nem o que o contrato com a NTT cobre. Confirme com a NTT. Para os critérios de escolha de sustentação, veja como escolher a sustentação fiscal no SAP.

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Talvez seja bobagem, mas falta o lado da validação. Para o diretor, em lista:

  1. Quem valida é o cliente. O teste técnico de uma consultoria não prova que a apuração do mês está certa, então esse papel já era da sua equipe.
  2. Projeto que passa em todos os testes pode mostrar, no primeiro fechamento, diferença de saldo, obrigação rejeitada ou nota que não contabiliza.
  3. Veja, o prazo é a próxima atualização: sem janela e sem regressão, o primeiro fechamento vira o teste.
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E aí, pessoal. Outra forma de olhar, sem desfazer o corte: manter por conta própria o mínimo que reduz o risco. Como controller, a dica é três itens: inventário das extensões próprias com dono e objetivo; janela de atualização depois que as obrigações do mês estiverem geradas e entregues; e regressão comparando com evidência de períodos já fechados. Assumi a área há pouco, vindo de construção, e foi isso que me deu segurança antes do primeiro fechamento. Nada disso custa tanto quanto o suporte, mas exige alguém com tempo e acesso ao ambiente de qualidade.

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O cenário é este: discordo de tratar o cancelamento como erro por si só. O material descreve como risco a sustentação em que os chamados repetem a mesma causa e ninguém domina o ambiente. Se o suporte que vocês tinham era assim, cancelar pode ter sido acerto. Agora, o desenho é medir antes de decidir: recorrência de chamados, causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico. Medir só o tempo de resposta engana.

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O risco real é a atualização e o fechamento ficarem sem dono. Situação atual: em linhas gerais, né, o que costuma aparecer quando falta sustentação é:

  1. chamados que repetem a mesma causa, sem ninguém que domine o ambiente fiscal;
  2. extensões próprias que quebram na atualização, sem registro de quem fez e o que assumem do produto;
  3. atualização tratada como tarefa de Basis, e o fiscal descobre no fechamento.

A correção de defeito do produto e a manutenção da licença são da NTT. O material que temos não traz o que o seu contrato com a NTT cobre. Confira antes de levar ao diretor.

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