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Fóruns / Governança fiscal, AMS Fiscal e capacitação

Que indicadores incluir em um acordo de nível de serviço fiscal para o GUEPARDO Tax?

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Cenário e dúvida: o jurídico precisa escrever os critérios de atendimento do contrato de sustentação do GUEPARDO Tax e me pediu a lista de indicadores. Ou seja, né, eu não sei o que é razoável medir. Só tempo de resposta? Como evitar indicador que parece bom e não protege o fechamento? E como tratar chamado que depende da NTT e não da equipe de sustentação?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou levar ao jurídico cinco indicadores: primeira resposta, solução com dependência separada, recorrência, causa raiz e documentação. Ou seja, né, ainda falta a meta de cada um. Alguém tem referência de meta razoável, ou isso é só negociação mesmo?

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O jurídico pode escrever o acordo com cinco medidas:

  1. Primeira resposta, com janela menor perto do prazo da obrigação.
  2. Solução, com o relógio pausado e registrado enquanto o chamado espera a NTT, o cliente ou o ambiente.
  3. Taxa de recorrência por incidente.
  4. Causa raiz de todo contorno.
  5. Relatório periódico dos atendimentos.

Resposta à Natália: o material que temos não traz meta numérica de referência; a meta é negociação, calibrada pelo seu histórico de incidentes e pelo calendário fiscal. Para escolher o modelo de sustentação, veja como escolher sustentação fiscal no SAP.

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Montando o contexto: um palpite, viu, é incluir cláusula de dependência. Indicador de atendimento sem separar o que depende de terceiros é um risco recorrente descrito em notas de projeto. Ou seja, o relógio do SLA pausa quando o chamado aguarda a NTT, o cliente ou o ambiente, e o relatório mostra quanto tempo ficou em cada lado. Sem isso, a discussão do contrato vira culpa.

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Sem enrolar: discordo em um ponto. Tempo de resposta sozinho não é indicador de qualidade. Notas do curso básico dizem que nível de serviço medido só em tempo de resposta engana, e pedem causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico com recorrência. Se não, se não me engano, né, o contrato premia resposta rápida com solução ruim.

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Olá a todos. Aqui a gente resolveu de outro jeito: indicadores amarrados ao calendário do fechamento, não ao relógio. Então, por precaução, a prioridade de cada incidente depende de quantos dias faltam para a obrigação do mês, e a janela de resposta encurta perto do prazo. Um incidente aberto no dia 3 e outro aberto na véspera da entrega não são a mesma coisa para o jurídico escrever.

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Antes da pergunta, o contexto: falando sério, viu, indicador de SLA fiscal que só mede tempo vira ruído. Uma lista que funciona:

  1. Tempo até a primeira resposta.
  2. Tempo de solução, separando o que depende da NTT ou de terceiros.
  3. Recorrência: o mesmo incidente voltou?
  4. Causa raiz registrada quando houve contorno.
  5. Atendimento documentado.

As metas numéricas são negociação entre as partes; o material que temos não traz números de referência.

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