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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como funciona a apuração de PIS e Cofins no GUEPARDO Tax em linhas gerais?

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Oi, pessoal do fiscal. Matheus, consultor MM. Entrei num projeto onde o GUEPARDO Tax já está instalado e preciso entender o fluxo geral da apuração de PIS e Cofins antes de abrir qualquer tela. Não quero decorar transação, quero saber a lógica: o que alimenta a apuração, o que ela produz e onde a gente confere. Peço desculpa se a pergunta for básica. Existe uma visão em linhas gerais que um analista novo possa seguir?


Atualização:

Valeu, gente. Vou abrir o ambiente de qualidade, localizar a apuração oficial do período e conferir o que está lançado em créditos. Agora, abrindo um parêntese, fica a dúvida que a Fernanda levantou: se existirem duas apurações para o mesmo mês, como eu sei qual vai para o arquivo?

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Resumindo o fluxo para o analista novo:

  1. Entrada: documentos fiscais pela busca de documentos.
  2. Apuração: uma oficial por período e empresa (/FHG/APC01 a 03), outras só para teste (/FHG/APC04).
  3. Créditos: o produto controla; extemporâneos anteriores ao controle entram à mão (/FHG/APC05).
  4. Natureza da receita: depende de desenvolvimento por BAdI.
  5. Saída: arquivo do SPED Contribuições e relatórios de conferência.

Como se identifica a apuração oficial na tela, o material que temos não afirma: confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para o contexto da obrigação, veja EFD-Contribuições no SAP.

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Oi, pessoal do fiscal. Um ponto de atenção que o controller costuma ver tarde: a natureza da receita. Agora, o fato é que a natureza da receita não sai sozinha pelo NCM.

Segundo a documentação da NTT, a natureza da receita não é determinada por NCM e exige desenvolvimento por BAdI, no método NAT_RET_DETERMINE da /FHG/BADI_PIS. Pergunte ao time se esse desenvolvimento existe e quem é o dono. Se ninguém souber, a natureza pode estar saindo por regra que ninguém documentou.

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Saudações, pessoal. No ambiente de qualidade, tá, aprendi montando um quadro de duas colunas, em vez de decorar transação: o que entra e o que sai de cada etapa. Para o seu caso ficou assim.

Entra: documentos fiscais achados pela busca. Passa: apuração, com histórico de modificação guardado. Sai: arquivo do SPED Contribuições, mais relatórios para conferir débitos, créditos e retenções. Se for ambiente com TDF, o arquivo é gerado pelo TDF depois da carga de shadows feita pelo produto, e esse detalhe muda o seu quadro.

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Dúvida pontual: Discordo de tratar o crédito como automático. Por experiência, tá, quem acha que o produto resolve todo crédito sozinho erra o saldo do período.

A documentação diz que o produto controla os créditos apurados e seu uso, mas os créditos extemporâneos, anteriores ao controle do GUEPARDO, são lançados manualmente na transação /FHG/APC05. Ou seja, no primeiro mês confira se existe saldo de crédito antigo fora do controle e quem lança. Se ninguém lançou, a apuração sai sem ele.

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Uma questão só: segundo a documentação da NTT, o módulo faz a apuração de PIS e Cofins e gera o arquivo do SPED Contribuições. Então, lá onde trabalho, o miolo é esse: documentos entram, a apuração calcula, o arquivo sai.

Entre uma ponta e outra a documentação lista funções de apoio: busca de documentos, consolidação de documentos fiscais, relatório de débitos, créditos e retenções, relatório de conciliação, lançamentos contábeis e pagamento. A ordem exata de execução o material que temos não afirma. Confirme com a NTT ou teste no ambiente.

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O cenário é este: Complementando para quem é novo: o produto tem transações separadas por ação. Vale registrar, viu: anote estas e use no ambiente de qualidade.

  • /FHG/APC01 cria a apuração.
  • /FHG/APC02 edita e /FHG/APC03 exibe.
  • /FHG/APC04 cria com configuração diferente da oficial.
  • /FHG/APC05 lança créditos manuais.

Pode existir mais de uma apuração do mesmo período e empresa, mas só uma é a oficial. Antes de mexer, descubra qual é a oficial do seu ambiente.

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