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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como funciona o Plano de Contas Referencial no GUEPARDO Tax e quem mantém o de-para?

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Cenário e dúvida: a ECF pede o plano referencial e o nosso de-para está desatualizado. Contas novas foram criadas no ano e ninguém lembra de ter mapeado. Sou controller há anos, hoje num S/4HANA, e estou recebendo isso agora.

Duas perguntas básicas. Como o GUEPARDO Tax usa esse mapeamento? E quem, dentro da empresa, deve manter o de-para: contabilidade, fiscal ou TI? Quero sair da reunião de amanhã com um responsável nomeado.


Atualização:

Obrigada, gente. Vou rodar a lista de não mapeadas hoje e levar o número para a reunião. Também vou propor o modelo do Kleber, contabilidade dona do plano e fiscal dono do mapeamento, mais a revisão no calendário que o Gustavo sugeriu. Uma dúvida: a lista de não mapeadas considera contas sem saldo no período?

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O GUEPARDO Tax, segundo a documentação da NTT, mantém um mapeamento único entre contas contábeis e contas do PCR e lista as não mapeadas. A manutenção é decisão de governança da empresa, e a documentação disponível não afirma quem deve fazer.

  1. Rode a lista de não mapeadas e registre a contagem.
  2. Nomeie um dono para o plano e outro para o mapeamento.
  3. Confira saldos de contas-chave entre ECD e ECF após cada correção.

Se a lista considera contas sem saldo, confirme com a NTT ou teste no ambiente. Mais sobre o tema em ECD e ECF no SAP.

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Deixa eu montar o quadro. Para responder a sua segunda pergunta, a documentação que consultamos não afirma quem deve manter o de-para, então é decisão de governança sua. O que a documentação de curso sugere é dono por regra e dossiê com data, dono e vínculo com a regra.

  • Dono: um nome, não uma área.
  • Dossiê: data da última revisão.
  • Vínculo: qual regra do fisco justifica a conta.

Um palpite, pois é: nomeie o gerente contábil e deixe o fiscal como revisor.

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Pelo que testei, né, aqui a gente resolveu o "quem" de outro jeito. Em vez de uma área só, a contabilidade é dona do plano de contas e o fiscal é dono da regra de mapeamento. Quando a contabilidade cria conta nova, abre uma tarefa para o fiscal mapear antes do primeiro lançamento.

  1. Conta nova pede aprovação.
  2. O fiscal informa o código referencial.
  3. A TI só libera depois.

Funciona porque a lista de não mapeadas nunca cresce em silêncio.

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Saudações. Eu aprendi na marra que isso falha quando depende de aviso. Segundo uma síntese que tenho de projetos, o mapeamento do plano referencial costuma ficar em planilha paralela ou em lugar nenhum, e aí a divergência só aparece na ECF.

Por isso discordo de confiar só no fluxo de tarefas: ponha também uma conferência periódica da lista de não mapeadas no calendário de fechamento. Quem executa e quando precisa estar escrito, com data.

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Segundo a documentação da NTT, a Centralização do PCR mantém um mapeamento único entre contas contábeis e contas do PCR e lista as contas não mapeadas. Então a primeira ação é concreta: rode essa lista de contas não mapeadas e conte quantas existem.

Pessoal, bom dia, e a conta é simples: se a lista vier vazia, o de-para está fechado; se vier cheia, ela é a sua fila de trabalho, conta por conta. Não afirmo aqui o caminho de tela exato, porque isso muda por versão.

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Ao pé da letra, né, tem outro ponto antes do mapeamento. A mesma documentação diz que a importação da ECD é obrigatória para entregar a ECF, e que com a ECD importada dá para gerar os saldos contábeis na ECF automaticamente, o que evita advertências.

Ou seja, se o de-para está velho, o efeito aparece em cadeia: ECD, apuração e ECF. Teste de aceitação: depois de corrigir, compare o saldo de duas ou três contas relevantes entre a ECD e a ECF.

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