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Fóruns / GUEPARDO Tax: apuração e SPED

Como funciona o Plano de Contas Referencial no GUEPARDO Tax para a ECF?

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Vamos ao que interessa: acabei de assumir a área fiscal, vindo de e-commerce, e nunca trabalhei com ECF. Sei que a empresa precisa ligar as contas do seu plano de contas a contas referenciais, mas não entendo a lógica, nem onde isso fica no GUEPARDO Tax.

Quero o básico, como se estivesse explicando para um analista no primeiro mês: o que é esse mapeamento, quem mantém, o que acontece quando uma conta fica sem referencial? No go-live, né, isso vai pesar no primeiro fechamento anual e não quero ser pego de surpresa.


Atualização:

Obrigado a todos, ficou bem mais claro. Vou começar pela lista de contas não mapeadas e pedir um dono para o mapa. Sobre os Centros Fiscais: eles servem para qualquer conta, ou só onde o plano não separa custo de despesa?

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O Plano de Contas Referencial liga cada conta da empresa a uma conta referencial, e o GUEPARDO Tax guarda esse vínculo num cadastro central. Resumo para quem começa:

  1. Esse cadastro único aponta o que ainda está sem vínculo e, segundo a NTT, produz as demonstrações referenciais todo mês.
  2. O que sai dele abastece a ECD e a apuração de IRPJ e CSLL, de modo que uma conta mal vinculada contamina mais de uma entrega.
  3. Nomeie um responsável pelo cadastro e revise as pendências antes de cada fechamento.
  4. Quando uma conta junta custo e despesa, os Centros Fiscais são o caminho citado pela documentação em vez de criar conta nova.

Sobre o alcance dos Centros Fiscais além disso, o material que temos não afirma; confirme com a NTT. Mais em apuração de IRPJ e CSLL no SAP.

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Dúvida pontual: discordo de tratar o mapeamento como tarefa de implantação, feita uma vez. Como auditora interna, e aí, o plano é outro: toda conta criada depois do go-live precisa ser mapeada, e o problema que aparece no material é o mapeamento mantido em planilha paralela ou em lugar nenhum, o que faz ECD, apuração e ECF divergirem nos saldos. Eu pediria um dono nomeado e uma conferência mensal da lista de contas não mapeadas, com evidência.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Como vimos, viu, dá para montar um roteiro curto de primeira semana: 1. abrir o mapeamento (a documentação cita /FHG/PCR010) e conferir se toda conta com saldo tem referencial; 2. abrir o painel de apurações do PCR (/FHG/PCR080) e ver o status do mês; 3. levar a lista de pendências ao contador. Não afirmo que as telas fazem mais do que isso no seu ambiente: confirme com a NTT ou teste em qualidade.

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  1. Quando uma conta mistura custo e despesa, o caminho de abrir contas novas no plano é um.
  2. O outro, que adotamos, é usar os Centros Fiscais, que reclassificam objetos de custo (centro de custo, ordem interna, elemento PEP, centro de lucro) quando a conta contábil não separa custo de despesa.

A pergunta é simples: qual dos dois cabe na sua empresa? O ponto é que, viu, o segundo evita mexer no plano de contas inteiro, mas exige cuidado com o cadastro dos objetos de custo.

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  1. O resultado do PCR não fica só na ECF: segundo a documentação da NTT, ele é base de registros da ECD (I050, I051, I053, I155 e I355) e dos registros L100 e L300 da apuração de IRPJ e CSLL.
  2. Por isso um erro de mapeamento aparece em mais de uma obrigação.
  3. Corrigir na centralização, e não na obrigação, evita refazer três vezes.

Me corrijam se eu estiver errado, mas diga-se de passagem, tá, que isso muda a conversa com o contador: o mapa é dele e da área fiscal, não só da TI.

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Saudações, pessoal. Pense no mapeamento como uma tabela de tradução: cada conta do plano da empresa aponta para uma conta referencial. Segundo a documentação da NTT, o GUEPARDO Tax centraliza esse mapeamento em um lugar só, lista as contas não mapeadas e gera balanço e DRE referenciais mensais. Então, eu aprendi na marra que a lista de contas sem mapa é a primeira coisa a olhar todo mês: conta nova no plano nasce sem referencial e só aparece como problema na hora de fechar a ECF.

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